Frases

«O que justifica que os ricos paguem menos impostos que os pobres? Absolutamente nada»

(José Vítor Malheiros, Público, 23.08.11)

 

«O multimilionário [Warren Buffett, norte-americano e o 3.º homem mais rico do mundo] dá o seu próprio exemplo e conta que, no ano passado, pagou apenas 17,4% de impostos sobre os seus rendimentos, enquanto os seus empregados pagaram 33 a 41%. Em Portugal, a história seria a mesma.»

(Idem, ibidem)

 

«Naquilo em que a China mais se expandiu, os EUA perderam o maior número de postos de trabalho. Nos poucos sectores que, na China, sofreram contracção, os EUA ganharam emprego.»

(Dani Rodrik, Público, 21.08.11)

 

«A capitulação de Obama permite que 400 famílias multimilionárias controlem cerca de 300 milhões de compatriotas e que os edging funders paguem apenas 15% de impostos, enquanto professores, bombeiros, polícias, enfermeiros, etc. perdem os seus empregos, e os mais vulneráveis perdem o apoio social na sequência das medidas de austeridade.»

(Domingos Ferreira, Público, 20.08.11)

 

«Por isso os americanos estão zangados e confusos. Obama deixará por certo a Casa Branca sem honra nem glória. As apostas estão abertas: quem é o próximo presidente? Michele Bachamann, Rick Perry ou Mitt Romney?»

(Idem, ibidem)

 

«595 mil crianças perdem abono / Corte nas prestações sociais»

(Título e subtítulo de 1.ª página, Correio da Manhã, 21.08.11)

 

«A ideia de que os portugueses não são violentos mais não é do que uma ideia propagandeada de forma massificada, por contraposição à Guerra Civil de Espanha, durante o Estado Novo. Só isso.»

(São José Almeida, Público, 20.08.11)

 

«Basta olhar para (…) a violência dos últimos dois séculos. Um liberalismo que se caracterizou por cinco “décadas de estalada” (…). Assim como foi violenta a Primeira República. E violenta foi a ditadura [fascista] desde o seu início. Não só pela forma como reprimiu, [mas pelos] 14 anos [de uma] Guerra Colonial. O que prova que os portugueses não são propriamente pacíficos.»

(Idem, ibidem)

 

«Pedro Passos Coelho sabe que a guerra social que está a conduzir pode ter resposta, e que esta resposta pode ser descontrolada. E sabe-o não só pelo que aconteceu recentemente em Inglaterra e antes na Grécia, mas pelo que é o padrão histórico das revoltas populares. A História prova que as populações, quando são demasiado exploradas, reagem.»

(Idem, ibidem)

 

«A proposta do Governo para a escolha do pessoal dirigente [na administração pública] pretende dar ao processo um falso ar de transparência»

(Editorial, Público, 19.08.11)

 

«Este Governo, como antes o Governo PS de Sócrates, foge como o diabo da cruz da análise e discussão das causas desta crise»

(António Vilarigues, ibidem)

 

«A década que findou, que coincide com os primeiros anos de permanência na União Económica e Monetária, foi atravessada por uma persistente situação de estagnação económica, com taxas médias de crescimento anual de 0,4%.»

(Idem, ibidem)