Frases
«No Chão da Lagoa, com o ardor do costume, Alberto João Jardim voltou ontem a tratar os madeirenses como menores de idade e de pensamento.»
(Editorial, Público, 01.08.11)
«Em Portugal, 30 por cento das crianças saem do ensino básico sem saber ler, escrever ou contar. Cidadãos... analfabetos?»
(Guilherme Valente, ibidem)
«Em Lisboa e Porto, de hoje até ao fim do ano / Utentes dos transportes vão pagar mais 27,4 milhões de euros»
(Antetítulo e título, ibidem)
«Pórticos não lêem matrículas estrangeiras / Galegos boicotam portagens na A28»
(Título de 1.ª página, Jornal de Notícias, 31.07.11)
«Por que razão não há um código de incompatibilidade para as nomeações ligadas ao Estado?»
(São José Almeida, Público, 30.07.11)
«O primeiro-ministro voou em económica a caminho da primeira cimeira em que participou. Quis dar uma imagem simbólica de corte do desperdício. (…) Nas viagens seguintes já não repete a propaganda.»
(Idem, ibidem)
«Faz-me confusão o que seja esse misterioso “interesse nacional” de que tanto se fala e como é que pessoas como o ex-director das “secretas” dão com ele.»
(Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 29.07.11)
«Em Esparta atiravam-se deficientes do alto do Taigeto em nome do “interesse nacional” e nos saudosos tempos de Salazar abria-se a correspondência e mandava-se gente para o Tarrafal também no seu santo nome. Hoje abatem-se sobreiros e passam-se informações secretas. Já é um progresso.»
(Idem, ibidem)
«A crise que emergiu da dívida privada, ganhou corpo em dívida bancária e hoje é de dívida pública a maior lição de humildade aos economistas e “cientistas financeiros”.»
(Pedro Santos Guerreiro, Sábado, 28.07.11)
«A promiscuidade entre o Estado e os grandes interesses é a principal razão pela qual mergulhámos no pesadelo.»
(Editorial, Público, 28.07.11)
«Os destinos da Líbia vão continuar a decidir-se no campo de batalha. E não é claro que a vitória esteja onde o Ocidente, categórico, a imagina.»
(Editorial, Público, 29.07.11)