Frases

«Saiu, pois, do conclave nacional, um fumo assim da cor de burro quando foge a anunciar que temos Governo. Quero dizer, há Governo, tenho dúvidas de que seja nosso. (…) A sede do Executivo será significativamente transferida para Peniche, terra vítima de falsos amigos dos portugueses.»

(Oscar Mascarenhas, Público, 06.06.11)

 

«País perdeu em três anos quase 19 mil empresas»

(Título de 1.ª página, Público, 07.06.11)

 

«Embora o desemprego tenha quase duplicado na Grécia e na Irlanda [desde a intervenção do FMI], não se vislumbra, todavia, qualquer retoma»

(Domingos Ferreira, ibidem)

 

«A melhor forma de evitar a necessidade de salvamento da Irlanda, de Portugal e da Espanha será salvar a Grécia. Todavia, impõe-se que a troika afaste as políticas de austeridade de cima da mesa, que conduzam a mais recessão e a mais desemprego»

(Idem, ibidem)

 

«Não sendo o voto obrigatório em Portugal, e sendo a abstenção um comportamento político legítimo, é difícil compreender como pode alguém perder a legitimidade para dizer ou criticar seja o que for (…) A frase seria admissível na pena de qualquer cidadão, mas na do PR é totalmente ilegítima, pois constitui uma tentativa de limitação de liberdade de expressão»

(José Vítor Malheiros, ibidem)

 

«A crer na mensagem do presidente da República, cerca de 40% dos portugueses [os que se abstiveram] maiores, vacinados e com direito de voto perderam “autoridade” ( e “legitimidade”) “para criticar as políticas públicas” do próximo Governo»

(Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 06.06.11)

 

«Ainda estamos para saber se as sondagens acertaram nos resultados eleitorais, ou se foram os resultados eleitorais que acertaram nas sondagens.»

(João Paulo Guerra, Diário Económico, 07.06.11)