Frases

«A confirmarem-se as últimas sondagens, Portugal não vai escolher um governo. Vai escolher um desgoverno. Há povos assim.»

(Pedro Marques Lopes, Diário de Notícias, 15.05.11)

 

«Compreende-se como deve ser o Mundo visto de dentro da cabeça [de Strauss-Kahn, o “n.º 1” do FMI]: se põe e dispõe de povos inteiros, por que não há-de dispor como bem entender de uma empregada de hotel?»

(Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 16.05.11)

 

«É muito elevada a probabilidade de, no futuro, Portugal ter que equacionar novos termos no acordo do serviço da dívida.»

(Domingos Ferreira, Público, 15.05.11)

 

«Se não for o Estado a introduzir medidas de estímulo keynesiano, bem como reformas de apoio à retoma económica, mais ninguém o fará.»

(Idem, ibidem)

 

«Tudo neste país está dominado por mecanismos de contactos, redes de influências, pequenos poderes.»

(Sampaio da Nóvoa, Jornal de Negócios, 13.05.11)

 

«Há uma coisa em que o PSD tem razão: o seu programa anti-social-democrata é, em parte, partilhado pela prática do PS.»

(João Cardoso Rosas, Diário Económico, 13,05.11)

 

«PS, PSD e CDS estão fartos de saber que não há soluções mágicas (…) e que o País vai ter de fazer grandes sacrifícios. É lamentável que estejam a esconder isso do eleitorado.»

(Camilo Lourenço, Jornal de Negócios, 13.05.11)

 

«No final do pagamento do empréstimo, Portugal deverá ter pago um total de juros não inferior a 30 mil milhões de euros. Ou seja, ao endividamento para pagar dívidas, Portugal somará um novo encargo ao montante do empréstimo num valor que representa cerca de 40% deste.»

(António Vilarigues, Público, 13.05.11)

 

«O pacote [do “resgate financeiro” da troika] é tão bom, tão bom que os partidos do “arco da governação” (…) acotevelaram-se para ver quem o subscrevia primeiro. (…) A ver vamos se assumem a paternidade da criança quando ela “crescer”...»

(Paulo Martins, Jornal de Notícias, 12.05.11)

 

«Ao PS infectado pelo vírus social junta-se o PSD contaminado pela bactéria liberal e ambos levam o País aos gritos para o abismo.»

(Carlos Marques de Almeida, Diário Económico, 11.05.11)