Mundo árabe

Prosseguem os protestos

Milhares de marroquinos condenaram, domingo, em Marraquexe, o terrorismo e exigiram reformas políticas no país. Concentrados na Praça Jema El-Fna, palco de um atentado no passado dia 28 de Abril, os manifestantes acusaram o rei de não governar o país e de apresentar reformas insuficientes; exigiram uma nova constituição e reivindicaram o fim da corrupção e uma política que garanta maior justiça social.

Já no Bahrein, a notícia é o levantamento do estado de emergência decretado após o desencadeamento de protestos populares antigovernamentais, e a apresentação a tribunal de 21 supostos dirigentes da revolta, acusados de tentativa de derrube da monarquia e pertença a organização terrorista, crime que lhes pode valer a pena capital.

No Egipto, o governo interino aproveitou a violência entre muçulmanos e cristãos, que na semana passada provocou 12 mortos, para avisar o povo que vai garantir a segurança com mão de ferro, enquanto que na Tunísia, o executivo de transição também responde à contestação popular com repressão e decretando novo recolher obrigatório.

Desde quinta-feira que os tunisinos voltaram às ruas da capital, Tunes, para exigirem a demissão do governo e o cumprimento das principais reivindicações das massas que derrubaram o regime de Ben Ali.



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