Frases

«O patronato foi aos saldos do Estado Social abertos em Portugal desde 2005 a ver se comprava dois despedimentos pelo preço de um. Coube a uma ministra ex-sindicalista de um Governo socialista a duvidosa honra de entregar numa bandeja o direito ao trabalho dos portugueses à voracidade patronal.»

(Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 25.01.11)

 

«[Cavaco] não esteve bem no discurso da vitória? Acho que não. Foi ressentido e sectário.»

(Pedro Lomba, Público, 25.01.11)

 

«Ignoro se as notícias relativas às negociatas do Presidente da República com o BPN (e aos atropelos à lei nas obras da sua vivenda de férias) foram ou não encomendadas. Sei que apresentaram factos e que estes não foram desmentidos.»

(Jorge Marmelo, ibidem)

 

«Correu tudo com “normalidade” absoluta: menos de metade dos portugueses elegeu um Presidente da República pela confortável maioria absoluta de... um quarto do total de eleitores.»

(Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24.01.11)

 

«Cavaco ganhou as eleições com clareza (…). Apesar disso, foi a reeleição mais curta de sempre (52,94%) e perdeu mais de 500 mil votos. E foi a presidencial menos participada de sempre.»

(André Freire, Público, 24.01.11)

 

«Outro ponto que merece reflexão é o chumbo, ontem e pela segunda vez, na Assembleia da República, da proposta do PCP de actualizar de 20% para 21,5% a taxa sobre as mais-valias bolsistas. Uma pouca-vergonha, se me é permitido dizer. Porque em causa estava simplesmente o aumento daquela taxa na mesma proporção em que foram actualizados os escalões do IRS e todas as restantes taxas liberatórias, em 1,5 pontos.»

(Joana Amorim, Jornal de Notícias, 22.01.11)

 

«A crónica dos cortes anunciados na Função Pública mostra bem como as contas do Estado estão a ser geridas em cima do joelho. Há funcionários com reduções diferentes, apesar de auferirem exactamente o mesmo.»

(Idem, ibidem)

 

«O Governo que teve pressa em cortar salários foi muito menos expedito em preparar a sua máquina para garantir a equidade do processo.»

(Editorial, Público, 21.01.11)