Frases
«O “sensato” conselho de Cavaco Silva para comermos e calarmos de modo a que “os nossos credores” não se zanguem connosco (…) espelha uma cultura salazarenta de conformismo que (…) ele representa na perfeição.»
(Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 30.12.10)
«Curioso foi ver Cavaco dizer (sem se engasgar...) que é possível combater o desemprego e a pobreza em 2011.»
(Honório Novo, Jornal de Notícias, 03.01.11)
«Como economista rigoroso (palavras próprias, claro), não lhe terão escapado [a Cavaco] as contas de muitos dos seus colegas, mostrando que, com o Orçamento congeminado por Belém, pelo Governo, pelo PS e pelo PSD, Portugal vai entrar em recessão, com o desemprego e a pobreza a dispararem...»
(Idem, ibidem)
«Estamos a assistir ao nascimento de uma nova classe – os involuntariamente reformados. (…) Cerca de um quarto dos europeus acredita que serão reformados mais cedo contra a sua vontade.»
(Domingos Ferreira, Público, 03.01.11)
«”Iluminados” acrescentam que a perda de competitividade da UE se deve ao Modelo Social Europeu. Mas o sucesso da economia alemã está aí para provar o contrário.»
(Idem, ibidem)
«Em Portugal, o “empenho” [do Ano Europeu de Combate à Pobreza] traduziu-se em políticas anti-crise assentes quase exclusivamente em cortes nos apoios sociais e no desmantelamento do modelo de Estado Social. Por imposição da mesma Europa...»
(Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 31.12.10)
«Ao contrapor o fracasso da gestão do BPN ao sucesso da recuperação de bancos ingleses afectados pela crise financeira, Cavaco compara o incomparável: é que o banco nacional foi arruinado por uma gestão criminosa, enquanto os congéneres britânicos foram vítimas de gestão irresponsável.»
(Editorial, Público, 31.12.10)
«A verdade é que o BPN é uma entidade morta desde que Oliveira e Costa foi detido preventivamente e o seu cadáver ainda não se desfez em pó por causa do capital público que lá se tem enterrado.»
(Idem, ibidem)
«Para quê destruir as escutas [envolvendo José Sócrates]? Nem os processos da Inquisição foram destruídos. E ainda bem. Em nome da História.»
(Carlos Ferreira Madeira, I, 30.12.10)