«Ofensiva articulada»
Os comunistas de Lisboa consideraram, na passada semana, que os principais documentos da gestão camarária para 2011, como o Plano Director Municipal ou a reestruturação dos serviços, constituem uma «ofensiva articulada» para enfraquecer o poder da autarquia.
Se este conjunto de documentos avançar, afirmou Rúben de Carvalho, vereador do PCP, Lisboa será, daqui a uma década, uma capital «menos democrática, menos agradável de viver e mais elitista». Sobre o Orçamento, o PCP considera que a constituição de um fundo imobiliário para alienação de terrenos e a concessão da rede de saneamento em baixa à EPAL, com a justificação de angariar 392 milhões de euros para amortizar o passivo, estão mal fundamentadas.