Frases
«Uma pitonisa da Comissão Europeia solta um espirro equívoco sobre a necessidade de uma reforma laboral e o nosso Governo dá logo sinais de ter contraído uma constipação»
(Rafael Barbosa, Jornal de Notícias, 13.12.10)
«Chega a ser ultrajante a maneira como Sócrates e o seu Governo dizem uma coisa em Lisboa e, depois dos raspanetes europeus, voltam de Bruxelas a dizer o contrário»
(Honório Novo, ibidem)
«E aconteceu mais uma vez esta semana com a total submissão do Governo à vontade dos “mercados internacionais” que, através de Merkel, ditaram a Sócrates novas leis para despedir em Portugal.»
(Idem, ibidem)
«Caros governantes, em que ficamos? Acham, por acaso, que a lei geral do trabalho é um diploma qualquer que pode ser tratado com tamanha irresponsabilidade? (…) Acham saudável tirar o papão dos despedimentos do armário precisamente no momento difícil que vivemos?»
(Joana Amorim, Jornal de Notícias, 11.12.10)
«Hoje, a Alemanha parece estar a caminho do eurocepticismo britânico ou até de formas larvares de nacionalismo, como o desprezo crescente da opinião pública face aos gregos que não trabalham ou aos ibéricos que não são capazes de sobreviver por si próprios parece sugerir.»
(Editorial, Público, 13.12.10)
«Mais do que técnica, a crise do euro é política, pondo em causa o projecto europeu»
(Francisco Sarsfield Cabral, ibidem)
«É interessante constatar como Cavaco e Sócrates nunca divergem a fundo nas questões socio-económicas e como o Presidente, tão interventivo que foi com os seus 13 vetos a diplomas da AR, nunca vetou nenhum que incidisse nas áreas socio-económicas»
(São José Almeida, Público, 11.12.10)
«Os mesmos deputados do PS e do PSD entenderam em Julho que não havia retroactividade para aumentar o IRS sobre os salários e as reformas em 1 e 1,5%. Nem para aumentar o IVA. Mas em Dezembro, para tributar os dividendos dos lucros de grandes empresas, já havia retroactividade!»
(António Vilarigues, ibidem)
«Em 2 de Dezembro de 2010 os deputados do PS, do PSD e do CDS renunciaram a defender o interesse colectivo. Vergaram-se perante o interesse de um punhado de accionistas. E com eles o Governo e o Presidente da República.»
(Idem, ibidem)