Frases
«O entendimento entre o PS e o PSD nada muda do que de essencial já estava no OE e vai condenar Portugal a novo período de recessão, com mais desemprego, mais pobreza, menores receitas, mais dependências externas...e (…) novas derrapagens (…) para impor (…) novos PEC»
(Honório Novo, Jornal de Notícias, 01.11.10)
«Parece que dentro de pouco tempo a incompetência e a corrupção do PSD vai substituir a incompetência e a corrupção do PS. Mas, nem com a maior boa vontade, se consegue ver qualquer vantagem nisso.»
(Vasco Pulido Valente, Público, 30.10.10)
«Para tudo há limites e se os políticos portugueses acham que ainda não atingiram o limite da expoliação e do ataque ao bem-estar e à dignidade dos cidadãos, há um limite que era bom que percebessem que atingiram:
o do ridículo.»
(São José Almeida, ibidem)
«Atinge um grau dc ridículo patético a encenação de negociações e de rompimentos e crises em torno de questões técnicas que nada têm de real divergência política e ideológica. Antes dão a imagem de quem perdeu o respeito pelo país e pelos cidadãos e anda a brincar com a vida das pessoas.»
(Idem, ibidem)
«Governo e PSD podem dizer o que quiserem, mas a diatribe mediática em torno da não aprovação do Orçamento do Estado faz deles apenas uma coisa: pessoas ou entidades que não gostam de Portugal.»
(Pedro Ivo Carvalho, Jornal de Notícias, 29.10.10)
«Nesta proposta de OE mais de 90% da factura é dirigida aos trabalhadores. Eles são os alvos directos quer das medidas de aumento das receita (1700 milhões de euros), quer do corte na despesa (3420 milhões de euros)»
(António Vilarigues, Público, 29.10.10)
«Um Orçamento que destina mais mil milhões para instituições financeiras, 400 milhões dos quais para o BPN. Que anuncia um imposto sobre a banca. Um imposto que contribui com cerca de 100 milhões de euros...»
(Idem, ibidem)
«Olhando aos memorandos que Governo e PSD se apressaram a publicar, fica-se com a sensação de que as negociações iniciadas no sábado não passaram de um embuste destinado a fazer crer à opinião pública que ambos levavam a sério a gravidade da crise.»
(Editorial, Público, 28.10.10)