Experiências criminosas
Os EUA realizaram, na década de 40 do século passado, experiências em cidadãos guatemaltecos. As pesquisas consistiam em infectar com sífilis e gonorreia prostitutas, presidiários e soldados para testar a eficácia da penicilina no tratamento daquelas doenças sexualmente transmissíveis.
As experiências foram autorizadas pelos então governantes e autoridades de saúde pública da Guatemala, que, segundo informações vindas a público recentemente baseadas em relatórios oficiais das homólogas norte-americanas, o fizeram a troco da instalação de um laboratório no país centro-americano.
Dados oficiais indicam que, entre 1946 e 1948, quase um milhar de pessoas foi alvo destas criminosas experiências, a maioria das quais soldados.