Frases

«Das duas, uma: ou o PGR mentiu; ou, incrivelmente, não conhecia o que se tinha passado na investigação [do Freeport] e, ainda assim, pronunciou-se terminantemente sobre ela.»

(Carlos Abreu Amorim, Jornal de Notícias, 09-08-10)

 

«Em qualquer dos casos, é por demais evidente que Pinto Monteiro tem de ser higienicamente afastado – tal como a sua “duquesa” favorita, Cândida Almeida.»

(Idem, ibidem)

 

«Como nota permanente continua a arder em lume brando o “edifício judiciário” em Portugal»

(Honório Novo, ibidem)

 

«Neste país de brandos costumes, onde os favorecidos em riqueza e poder de tudo se açambarcam e se vai esquecendo as suas graves responsabilidades, como é o caso gritante do BPN, não se pode assistir, uma vez mais silencioso, a uma justiça manca e amordaçada, em que o seu órgão superior [PGR] entende não ter as devidas competências.»

(João Sevivas, Público, 08.08.10)

 

«A forma como Pinto Monteiro geriu os casos Face Oculta e Freeport destruiu a credibilidade do Ministério Público»

(José Manuel Fernandes, Público, 06.08.10)

 

«O que começa por ser curioso na comparação entre o Sócrates grego e o Sócrates português é o facto de as próprias diferenças os aproximarem. Repare: o Sócrates grego nunca disse ser sábio. Ao Sócrates português, até lhe atestaram a sabedoria ao domingo»

(Ricardo Araújo Pereira, Visão, 05.08.10)

 

«O Sócrates grego era abordado pelas pessoas, na rua, que ficavam a interrogá-lo durante horas. Ao Sócrates português, nem os magistrados do Ministério Público conseguem interrogar durante cinco minutos que seja.»

(Idem, ibidem)

 

«Portugal, desde 2008, já destruiu mais de 200 mil postos de trabalho. Esta é uma verdadeira tragédia social.»

(Armando Esteves Pereira, Correio da Manhã, 07-08.10)

 

«As fortunas das QUATRO famílias portuguesas mais ricas totalizam 7.400 milhões de euros (quase metade do défice!!!)»

(António Vilarigues, Público, 06-08.10)

 

«Como no epigrama do boticário e do médico, de Bocage (“Unamo-nos, meu doutor/ e demos cabo do Mundo!”), dir-se-ia que, no Tratado de Tordesilhas neoliberal do Bloco Central, ao PS cabe tirar aos desempregados e ao PSD tirar a quem trabalha.»

(Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 05.08.10)