Frases

«Faz parte da história da Humanidade: todas as conquistas sociais, desde o direito a dias de descanso à assistência na doença, foram conseguidas na rua, muitas vezes com sangue derramado e vidas perdidas.»

(Rafael Barbosa, Jornal de Notícias, 31.05.10)

 

«Manifestar-se nas ruas não é apenas um direito, é um instrumento. E é do confronto que se faz o progresso, seja qual for o caminho que ele tome.»

(Idem, ibidem)

 

«Por quanto mais tempo vão os Governos europeus e não apenas europeus carregar o ónus da crise sobre as pessoas?»

(São José Almeida, Público, 29.05.10)

 

«Até quando vão o sistema político e partidário e os seus protagonistas e agentes aceitar justificar e praticar uma orientação política que mais não é do que uma nova forma de luta de classe em que as elites e aristocracias que gerem as empresas e os mercados procuram retirar direitos (...) conquistados ao longo de mais um século de luta?»

(Idem, ibidem)

 

«Com o PEC, foi preciso apertar o cinto. Neste momento, com os novos aumentos de impostos, parece ser tempo de Portugal apertar o cordel. Os mendigos não usam cinto. Passam uma guita pelas presilhas e dão um nó à frente. Creio que o que estamos a apertar agora é essa guita – ironicamente, por falta de guita.»

(Ricardo Araújo Pereira, Visão, 27.05.10)

 

«Penalizando os desempregados, o Executivo socialista não revela nem coragem nem determinação. Nem sequer fidelidade à sua matriz ideológica.»

(Editorial, Público, 27.05.10)

 

«Os Antigos Ministros das Finanças aparecem em tudo o que é sítio a ensinarem ao País como se deve salvar o País que ajudaram a afundar.»

(José Carlos de Vasconcelos, Visão, 27.05.10)

 

«A proposta de redução do número de deputados revela uma atitude populista, antipolítica e antipartidos (...) Os 20 milhões de euros que se poupariam em quatro anos [com a redução de 50 deputados] são uma pequena parcela ao pé dos 22,6 milhões de euros auferidos só em 2009 pelos presidentes das 20 empresas do PSI-20).»

(André Freire, Público, 31.05.10)

 

«Por outro lado, para um país que está no top 3 das desigualdades na UE, por que é que não há uma fiscalidade muito mais (!) progrerssiva para reduzir estas escandalosas disparidades?»

(Idem, ibidem)