Falência sem justiça
Os antigos trabalhadores da Olaio - Indústria de Móveis decidiram realizar em Maio uma concentração, junto ao Tribunal do Comércio de Lisboa, para protestarem contra a lentidão da Justiça e para exigirem que os seus créditos sejam considerados prioritários, na graduação, bem como o seu pagamento com celeridade.
O Sindicato da Construção, Madeiras Mármores e Cortiças do Sul revelou à comunicação social esta decisão, tomada num plenário que teve lugar no dia 30 de Março e onde foi analisado o processo de falência daquela empresa, iniciado em 2004. Só ao fim de quatro anos, em Abril de 2008, o tribunal declarou a falência. Os créditos reconhecidos aos trabalhadores somam um milhão e 754 mil euros, enquanto a credores comuns é devido o valor de um milhão e 260 mil euros. No entanto, é de apenas 352 mil euros o valor apurado da massa falida.
O Sindicato da Construção, Madeiras Mármores e Cortiças do Sul revelou à comunicação social esta decisão, tomada num plenário que teve lugar no dia 30 de Março e onde foi analisado o processo de falência daquela empresa, iniciado em 2004. Só ao fim de quatro anos, em Abril de 2008, o tribunal declarou a falência. Os créditos reconhecidos aos trabalhadores somam um milhão e 754 mil euros, enquanto a credores comuns é devido o valor de um milhão e 260 mil euros. No entanto, é de apenas 352 mil euros o valor apurado da massa falida.