Colômbia
O Pólo Democrático Alternativo elegeu 8 deputados nas eleições legislativas de domingo no país. O PDA perdeu dois lugares no Senado colombiano em relação ao escrutínio de 2006.
O sufrágio foi dominado pelos partidos do regime. O Partido Social da União Nacional (Partido da U) e o Partido Conservador, apoiantes do presidente Álvaro Uribe, alcançaram 28 e 22 cadeiras, num total de 102, na câmara alta do Congresso. O Partido Liberal mantém 18 deputados no hemiciclo, enquanto que o Partido de Integração Nacional - formado por familiares e políticos comprovadamente vinculados ao paramilitarismo -, obteve 9 deputados e o Mudança Radical, uma cisão deste último, conseguiu sete. O Partido Verde elegeu 5 deputados.
Para os 166 lugares na Câmara dos Representantes, o resultado e a distribuição foi semelhante.
Para além da elevada abstenção, mais de 40 por cento, sobre o acto pendem inúmeras acusações de irregularidade, nomeadamente bloqueio de material eleitoral, particularmente no Norte do território, denúncias de compra de votos e pressão sobre os eleitores, deslocação de assembleias de voto, inexistência de registo nos cadernos eleitorais ou recenseamento de cidadãos noutras localidades para as quais não estavam disponíveis transportes.
Acresce que, para votarem, os eleitores tinham de memorizar o número do candidato entre os 2500 existentes, uma vez que no boletim não apareciam nem o nome nem a fotografia dos proponentes.
O sufrágio foi dominado pelos partidos do regime. O Partido Social da União Nacional (Partido da U) e o Partido Conservador, apoiantes do presidente Álvaro Uribe, alcançaram 28 e 22 cadeiras, num total de 102, na câmara alta do Congresso. O Partido Liberal mantém 18 deputados no hemiciclo, enquanto que o Partido de Integração Nacional - formado por familiares e políticos comprovadamente vinculados ao paramilitarismo -, obteve 9 deputados e o Mudança Radical, uma cisão deste último, conseguiu sete. O Partido Verde elegeu 5 deputados.
Para os 166 lugares na Câmara dos Representantes, o resultado e a distribuição foi semelhante.
Para além da elevada abstenção, mais de 40 por cento, sobre o acto pendem inúmeras acusações de irregularidade, nomeadamente bloqueio de material eleitoral, particularmente no Norte do território, denúncias de compra de votos e pressão sobre os eleitores, deslocação de assembleias de voto, inexistência de registo nos cadernos eleitorais ou recenseamento de cidadãos noutras localidades para as quais não estavam disponíveis transportes.
Acresce que, para votarem, os eleitores tinham de memorizar o número do candidato entre os 2500 existentes, uma vez que no boletim não apareciam nem o nome nem a fotografia dos proponentes.