Encontro nacional
O Comité Português para a Libertação dos Cinco (CPLC) vai realizar, no próximo dia 27 de Março, entre as 15h00 e as 19h00, nas instalações da Voz do Operário, em Lisboa, um encontro nacional de activistas e amigos dos Cinco cubanos, presos há 11 anos nos EUA, injustamente acusados de «espionagem».
O objectivo da iniciativa é «dar mais força à luta pela libertação» de Fernando, Gerardo, António, René e Ramón, diz o CPLC em nota dirigida à comunicação social. Neste âmbito está também a ser promovido um abaixo-assinado que exige junto do presidente norte-americano, Barack Obama, que se faça justiça - «certos de que fazer justiça é libertar os Cinco já», diz o Comité Português no texto que pode ser subscrito em http://www.cplcinco.com/assinado.php.
Luta que visa ainda denunciar as condições prisionais desumanas em que se encontram os Cinco, sujeitos a «um julgamento que desprezou os mais elementares preceitos de justiça internacional e da própria lei norte-americana» do qual resultou a sua condenação «a pesadas e injustas penas». Tudo isto, continua o CPLC, «apesar de no julgamento ter ficado inequivocamente demonstrado que a actividade dos Cinco se tinha limitado à recolha de provas das actividades terroristas contra Cuba, organizadas nos EUA, sobretudo em Miami, com total impunidade; e apesar de ter ficado igualmente claro que os acusados não colocaram em causa a segurança dos Estados Unidos».
O objectivo da iniciativa é «dar mais força à luta pela libertação» de Fernando, Gerardo, António, René e Ramón, diz o CPLC em nota dirigida à comunicação social. Neste âmbito está também a ser promovido um abaixo-assinado que exige junto do presidente norte-americano, Barack Obama, que se faça justiça - «certos de que fazer justiça é libertar os Cinco já», diz o Comité Português no texto que pode ser subscrito em http://www.cplcinco.com/assinado.php.
Luta que visa ainda denunciar as condições prisionais desumanas em que se encontram os Cinco, sujeitos a «um julgamento que desprezou os mais elementares preceitos de justiça internacional e da própria lei norte-americana» do qual resultou a sua condenação «a pesadas e injustas penas». Tudo isto, continua o CPLC, «apesar de no julgamento ter ficado inequivocamente demonstrado que a actividade dos Cinco se tinha limitado à recolha de provas das actividades terroristas contra Cuba, organizadas nos EUA, sobretudo em Miami, com total impunidade; e apesar de ter ficado igualmente claro que os acusados não colocaram em causa a segurança dos Estados Unidos».