Industriais receiam perderliderança
Cinquenta dirigentes dos maiores grupos industriais europeus, que integram a Mesa Redonda (ERT) exigiram a Bruxelas a definição de «políticas ambiciosas» sob pena de o Ocidente perder a liderança mundial.
Num documento de 15 páginas, divulgado no dia 2, o grande capital europeu mostra-se preocupado com o futuro, assinalando que se não for destinada à inovação uma maior fatia do orçamento comunitário «as economias dos Estados Unidos, da União Europeia e do Japão combinadas deixarão de dominar o mundo. Os Estados Unidos e a Europa perderão a sua supremacia científica e tecnológica a favor da Ásia».
E acrescentam que, já «antes da crise, 55 por cento dos projectos de investimento das grandes empresas industriais para os próximos 18 meses foram consagrados aos países emergentes. Desde que a crise começou, esta percentagem passou para 80 por cento», declarou o porta-voz da ERT em França, Benoît Potier, administrador da Air Liquide.
Este porta-voz dirigiu críticas à Comissão Europeia por «não se bater pela protecção e não estimular a competitividade da indústria europeia».
Num documento de 15 páginas, divulgado no dia 2, o grande capital europeu mostra-se preocupado com o futuro, assinalando que se não for destinada à inovação uma maior fatia do orçamento comunitário «as economias dos Estados Unidos, da União Europeia e do Japão combinadas deixarão de dominar o mundo. Os Estados Unidos e a Europa perderão a sua supremacia científica e tecnológica a favor da Ásia».
E acrescentam que, já «antes da crise, 55 por cento dos projectos de investimento das grandes empresas industriais para os próximos 18 meses foram consagrados aos países emergentes. Desde que a crise começou, esta percentagem passou para 80 por cento», declarou o porta-voz da ERT em França, Benoît Potier, administrador da Air Liquide.
Este porta-voz dirigiu críticas à Comissão Europeia por «não se bater pela protecção e não estimular a competitividade da indústria europeia».