Populações afectadas
A CDU de Lisboa acusou, na passada semana, a Câmara Municipal de ter esquecido o Plano de Pormenor do Bairro da Liberdade e de não garantir o realojamento dos moradores que vivem junto à escarpa, em risco de derrocada. «Não é garantido aos moradores o realojamento na própria Freguesia, com os inconvenientes que dai advêm para as famílias», afirma, em nota de imprensa, a Coligação, sublinhando que o Plano de Pormenor e os seus termos de referência foram também «esquecidos» pela autarquia.
Em causa está o realojamento de 53 famílias que vivem junto à escarpa do Bairro da Liberdade, em risco de derrocada, entre a Rua Inácio Pardelha Sanches e a Rua B.
No Porto, a CDU criticou, na mesma semana, o contrato, entre a autarquia e uma empresa privada, que permitirá demolir o Bairro do Aleixo, considerando que o mesmo configura «chantagem» sobre os órgãos municipais por implicar alterações ao Plano Director Municipal. «Consideramos inadmissível esta chantagem que coloca os órgãos municipais como reféns de uma operação de loteamento cujos precisos contornos actualmente desconhecem», disse, em conferência de imprensa, Rui Sá, vereador sem pelouro na Câmara Municipal.
No dia 16 de Novembro, Honório Novo, deputado do PCP na Assembleia da República, exigiu que o Governo suspendesse um processo de expropriação de sete famílias em Santa Cruz do Bispo, Matosinhos, liderado pela Administração dos Portos do Douro e Leixões. Em causa estão cerca de 30 pessoas, a maior parte crianças, que vivem em terrenos que serão utilizados para a construção da plataforma logística de Leixões.
Em causa está o realojamento de 53 famílias que vivem junto à escarpa do Bairro da Liberdade, em risco de derrocada, entre a Rua Inácio Pardelha Sanches e a Rua B.
No Porto, a CDU criticou, na mesma semana, o contrato, entre a autarquia e uma empresa privada, que permitirá demolir o Bairro do Aleixo, considerando que o mesmo configura «chantagem» sobre os órgãos municipais por implicar alterações ao Plano Director Municipal. «Consideramos inadmissível esta chantagem que coloca os órgãos municipais como reféns de uma operação de loteamento cujos precisos contornos actualmente desconhecem», disse, em conferência de imprensa, Rui Sá, vereador sem pelouro na Câmara Municipal.
No dia 16 de Novembro, Honório Novo, deputado do PCP na Assembleia da República, exigiu que o Governo suspendesse um processo de expropriação de sete famílias em Santa Cruz do Bispo, Matosinhos, liderado pela Administração dos Portos do Douro e Leixões. Em causa estão cerca de 30 pessoas, a maior parte crianças, que vivem em terrenos que serão utilizados para a construção da plataforma logística de Leixões.