Ocalan duvida de plano turco
O líder do Partido dos Trabalhadores de Curdistão (PKK), Abdullah Ocalan, qualificou de «show» a recente iniciativa do Governo turco de conceder mais direitos à minoria curda no país.
Em mensagem enviada à imprensa através do seu advogado, o líder guerrilheiro, afirma que «há grupos no Estado turco que querem resolver o problema curdo e outros que não querem». «Mas está claro o que o Governo quer fazer. Trata-se de um grande ''show''», afirma Ocalan, segundo declarações divulgadas no domingo, 15, pela agência Firat News.
O líder curdo, que se encontra preso na Turquia, pronunciou-se na sequência do debate parlamentar sobre a reforma dos direitos dos curdos, defendida pelo Partido de Justiça e Desenvolvimento (AKP) e rejeitada pela oposição laica e nacionalista.
O pacote de medidas, apresentado dia 13 pelo primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, inclui a libertação de todos os prisioneiros curdos menores de idade e a eliminação de certas restrições de circulação nas regiões curdas.
Na sua declaração, Ocalan refere ainda que «sou um refém político». «O meu estado de saúde não é bom (...) É um milagre que possa sobreviver aqui», concluiu o homem que iniciou a luta armada do PKK há 25 anos.
Em mensagem enviada à imprensa através do seu advogado, o líder guerrilheiro, afirma que «há grupos no Estado turco que querem resolver o problema curdo e outros que não querem». «Mas está claro o que o Governo quer fazer. Trata-se de um grande ''show''», afirma Ocalan, segundo declarações divulgadas no domingo, 15, pela agência Firat News.
O líder curdo, que se encontra preso na Turquia, pronunciou-se na sequência do debate parlamentar sobre a reforma dos direitos dos curdos, defendida pelo Partido de Justiça e Desenvolvimento (AKP) e rejeitada pela oposição laica e nacionalista.
O pacote de medidas, apresentado dia 13 pelo primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, inclui a libertação de todos os prisioneiros curdos menores de idade e a eliminação de certas restrições de circulação nas regiões curdas.
Na sua declaração, Ocalan refere ainda que «sou um refém político». «O meu estado de saúde não é bom (...) É um milagre que possa sobreviver aqui», concluiu o homem que iniciou a luta armada do PKK há 25 anos.