Portugueses exigem libertação dos «Cinco»
O Comité Português para a Libertação dos Cinco (CPLC) está a promover, até ao final do ano, um conjunto de iniciativas com o objectivo de libertar Gerardo Hernández, Fernando González, Ramón Labañino, René González e António Guerrero, encarcerados, injustamente, nos EUA há mais de 10 anos.
Violação dos mais elementares direitos humanos
Destas iniciativas destaca-se um abaixo-assinado, que poderá ser subscrito em cplcinco, que reclama de Barack Obama, presidente dos EUA, a libertação dos «Cinco». Este documento é dirigido a todos os portugueses e portuguesas que, independentemente das suas opções políticas, ideológicas e partidárias, pugnam pela justiça.
Esta tomada de posição surge depois de o Supremo Tribunal dos EUA ter negado, mais uma vez, e sem explicação credível, a hipótese de rever o caso dos cinco patriotas cubanos encarcerados há mais de 10 anos.
«Recorde-se que os cinco jovens cubanos arriscaram as próprias vidas por amor à sua pátria, para recolherem provas das actividades terroristas que nos EUA, e sobretudo em Miami, são organizadas, com total impunidade, contra Cuba», afirma o texto do abaixo-assinado, recordando que «eles [os cubanos] não colocaram em causa a segurança dos EUA e que em nenhuma circunstância conspiraram contra esse país». «Foi a denúncia da preparação de actos terroristas contra Cuba que levou as autoridades norte-americanas a prendê-los e, na sequência disso, a submetê-los à violação dos mais elementares direitos humanos e a um julgamento que desprezou os mais básicos preceitos da justiça internacional e da própria lei norte-americana», explica o documento.
Entretanto, ao longo de 10 anos, muitas personalidades e instituições têm-se pronunciado contra esta situação, designadamente o Grupo de Trabalho Sobre Detenções Arbitrárias da Comissão dos Direitos Humanos das Nações Unidas, vários prémios Nobel, numerosas organizações internacionais de juristas, incluindo dos EUA, centenas de parlamentares de todo o mundo, destacadas personalidades políticas e académicas, centenas de prestigiados intelectuais, organizações sindicais, pacifistas e sociais e muitos milhares de cidadãos anónimos de todo o mundo.
«Em muitos casos, esta solidariedade traduziu-se no envio ao Supremo Tribunal e ao governo dos EUA de petições que, face às múltiplas violações da legalidade cometidas durante estes dez anos, reclamavam justiça e a revisão do caso», adianta o abaixo-assinado do CPLC, que lamenta a «prática desumana» dos EUA «de negar vistos de entrada aos familiares mais próximos dos cinco presos para que os visitem, como tem acontecido nestes dias, mais uma vez, com a esposa de Geraldo, Adriana Pérez, desta vez com a negativa da Secretária de Estado, Hilary Clinton».
Esta tomada de posição surge depois de o Supremo Tribunal dos EUA ter negado, mais uma vez, e sem explicação credível, a hipótese de rever o caso dos cinco patriotas cubanos encarcerados há mais de 10 anos.
«Recorde-se que os cinco jovens cubanos arriscaram as próprias vidas por amor à sua pátria, para recolherem provas das actividades terroristas que nos EUA, e sobretudo em Miami, são organizadas, com total impunidade, contra Cuba», afirma o texto do abaixo-assinado, recordando que «eles [os cubanos] não colocaram em causa a segurança dos EUA e que em nenhuma circunstância conspiraram contra esse país». «Foi a denúncia da preparação de actos terroristas contra Cuba que levou as autoridades norte-americanas a prendê-los e, na sequência disso, a submetê-los à violação dos mais elementares direitos humanos e a um julgamento que desprezou os mais básicos preceitos da justiça internacional e da própria lei norte-americana», explica o documento.
Entretanto, ao longo de 10 anos, muitas personalidades e instituições têm-se pronunciado contra esta situação, designadamente o Grupo de Trabalho Sobre Detenções Arbitrárias da Comissão dos Direitos Humanos das Nações Unidas, vários prémios Nobel, numerosas organizações internacionais de juristas, incluindo dos EUA, centenas de parlamentares de todo o mundo, destacadas personalidades políticas e académicas, centenas de prestigiados intelectuais, organizações sindicais, pacifistas e sociais e muitos milhares de cidadãos anónimos de todo o mundo.
«Em muitos casos, esta solidariedade traduziu-se no envio ao Supremo Tribunal e ao governo dos EUA de petições que, face às múltiplas violações da legalidade cometidas durante estes dez anos, reclamavam justiça e a revisão do caso», adianta o abaixo-assinado do CPLC, que lamenta a «prática desumana» dos EUA «de negar vistos de entrada aos familiares mais próximos dos cinco presos para que os visitem, como tem acontecido nestes dias, mais uma vez, com a esposa de Geraldo, Adriana Pérez, desta vez com a negativa da Secretária de Estado, Hilary Clinton».