«Outono quente»
A chamada reestruturação consular promovida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros é vivamente contestada pelo Sindicato dos Trabalhadores Consulares e em Missões Diplomáticas. Uma nota do STCDE afirma que «um Outono quente é o que espera o MNE nos próximos tempos, não só através da luta sindical, cujos contornos serão discutidos em reunião da Comissão Executiva do sindicato em finais de Setembro, mas também através de variadas acções judiciais que estão a ser preparadas pelo Serviço Jurídico do sindicato para darem entrada nos tribunais nas próximas semanas e que farão sentar no banco dos réus os dirigentes e responsáveis por diferentes anomalias».
«Após cerca de ano e meio vigência do actual governo de Portugal, constata-se a mais completa inoperância do MNE para resolver um só que seja dos problemas com que se defronta o funcionamento dos consulados», acusa o sindicato, sublinhando que tal situação provoca «prejuízos enormes» aos trabalhadores e às comunidades portuguesas emigradas. Para o STCDE, «é cada vez mais de mau gosto» continuar a falar numa «suposta reestruturação consular», «dado não se conhecer em concreto qualquer estudo prévio rigoroso nem calendarização de medidas, para além dos anunciados encerramentos de alguns consulados, com transferência de trabalhadores para outros postos, mas, em vários casos, à revelia do que havia sido anteriormente acordado».
«Após cerca de ano e meio vigência do actual governo de Portugal, constata-se a mais completa inoperância do MNE para resolver um só que seja dos problemas com que se defronta o funcionamento dos consulados», acusa o sindicato, sublinhando que tal situação provoca «prejuízos enormes» aos trabalhadores e às comunidades portuguesas emigradas. Para o STCDE, «é cada vez mais de mau gosto» continuar a falar numa «suposta reestruturação consular», «dado não se conhecer em concreto qualquer estudo prévio rigoroso nem calendarização de medidas, para além dos anunciados encerramentos de alguns consulados, com transferência de trabalhadores para outros postos, mas, em vários casos, à revelia do que havia sido anteriormente acordado».