Desemprego dispara em Portugal
O número de desempregados inscritos nos centros de emprego disparou 23,8 por cento em Março, face ao mesmo mês de 2008.
De acordo com os dados divulgados, no dia 23, pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), o número de inscritos no final de Março elevava-se a 481.131, ou seja mais 93.105 indivíduos do que há um ano.
Em relação a Fevereiro, verificou-se um aumento de 3,2 por cento, com mais 14.832 desempregados registados. O flagelo social afecta a generalidade da população activa, incluindo os estratos com níveis de habilitação superior. Assim, os dados do IEFP mostram 40.960 licenciados inscritos em busca de emprego, isto é, mais 10,1 por cento do que há um ano.
Os operários e trabalhadores da indústria extractiva e construção civil foram os mais atingidos, observando-se uma subida do desemprego de 84,2 por cento num ano. Seguem-se os operários da metalurgia com mais 46 por cento de desempregados no espaço de um ano. O emprego precário foi a principal causa da perda do emprego, sendo responsável por 38,8 por cento das inscrições efectuadas em Março.
O desemprego afecta todas as regiões do País, mas o Algarve surge pelo quinto mês com o maior aumento, registando em Março uma subida de 55,2 por cento relativamente a 2008. Por outro lado, o Norte é a região com maior número de desempregados (208.023 inscritos, 43 por cento do total), seguindo-se a Região de Lisboa e Vale do Tejo com 143.003 inscritos.
De acordo com os dados divulgados, no dia 23, pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), o número de inscritos no final de Março elevava-se a 481.131, ou seja mais 93.105 indivíduos do que há um ano.
Em relação a Fevereiro, verificou-se um aumento de 3,2 por cento, com mais 14.832 desempregados registados. O flagelo social afecta a generalidade da população activa, incluindo os estratos com níveis de habilitação superior. Assim, os dados do IEFP mostram 40.960 licenciados inscritos em busca de emprego, isto é, mais 10,1 por cento do que há um ano.
Os operários e trabalhadores da indústria extractiva e construção civil foram os mais atingidos, observando-se uma subida do desemprego de 84,2 por cento num ano. Seguem-se os operários da metalurgia com mais 46 por cento de desempregados no espaço de um ano. O emprego precário foi a principal causa da perda do emprego, sendo responsável por 38,8 por cento das inscrições efectuadas em Março.
O desemprego afecta todas as regiões do País, mas o Algarve surge pelo quinto mês com o maior aumento, registando em Março uma subida de 55,2 por cento relativamente a 2008. Por outro lado, o Norte é a região com maior número de desempregados (208.023 inscritos, 43 por cento do total), seguindo-se a Região de Lisboa e Vale do Tejo com 143.003 inscritos.