Recessão histórica na Suécia
O governo sueco prevê que o país sofra este ano a maior recessão económica desde a II Guerra Mundial, registando um recuo de 4,2 por cento da riqueza produzida. As previsões, divulgadas no dia 1, apontam igualmente para uma forte subida do desemprego que deverá chegar aos 12 por cento em 2011.
Durante os primeiros meses de 2009, as exportações foram inferiores em mais de um quarto ao nível do ano anterior. A recuperação só é esperada em 2010, mas a um ritmo muito fraco (0,2 por cento), e depois mais sustentado em 2011 (2,4 por cento), segundo as estimativas do Ministério das Finanças.
Os défices públicos deverão subir para 2,7 por cento do PIB (Produto Interno Bruto) este ano e ultrapassar os três por cento no próximo ano e em 2011. Só no início da Segunda Guerra Mundial a Suécia, então um país neutro, registou uma quebra da actividade maior, com uma recessão de nove por cento.
A grave situação ameaça os principais bancos suecos designadamente o Swedbank e o SEB, que realizaram fortes investimentos nos países bálticos.
Durante os primeiros meses de 2009, as exportações foram inferiores em mais de um quarto ao nível do ano anterior. A recuperação só é esperada em 2010, mas a um ritmo muito fraco (0,2 por cento), e depois mais sustentado em 2011 (2,4 por cento), segundo as estimativas do Ministério das Finanças.
Os défices públicos deverão subir para 2,7 por cento do PIB (Produto Interno Bruto) este ano e ultrapassar os três por cento no próximo ano e em 2011. Só no início da Segunda Guerra Mundial a Suécia, então um país neutro, registou uma quebra da actividade maior, com uma recessão de nove por cento.
A grave situação ameaça os principais bancos suecos designadamente o Swedbank e o SEB, que realizaram fortes investimentos nos países bálticos.