Ruptura com a política de direita
A JCP acusa o Governo de, em nome da crise, aumentar a exploração dos trabalhadores e generalizar a precariedade, empurrando os jovens para o desemprego.
A precariedade é actualmente a maior causa do desemprego
«O Governo aposta numa política de destruição do aparelho produtivo e nada faz para impedir os encerramentos fraudulentos, deixa as empresas recorrerem cada vez mais à suspensão de contratos ou à redução do tempo de trabalho (lay-off), diminui o trabalho extraordinário e por turnos, aumentam os salários em atraso e as dívidas à Segurança Social, agravando o desemprego que afecta hoje milhares de jovens trabalhadores», acusa, em nota de imprensa, a JCP, lembrando que, segundo dados do Instituto Nacional de Emprego, existem hoje 437,6 mil desempregados, «onde 220,7 mil são jovens até aos 35 anos».
No momento em que o desemprego aumenta, o Executivo PS decidiu, entretanto, alterar as regras de atribuição do subsídio de desemprego, afastando milhares de jovens do acesso a esse apoio social.
«A precariedade é actualmente a maior causa do desemprego, onde o registo da precariedade do emprego se mantém elevado, atingindo os contratos não permanentes cerca de 883 mil trabalhadores, o que corresponde a 22,3 por cento do total dos assalariados, onde os jovens trabalhadores são os mais atingidos», alertam ainda os jovens comunistas, que defendem uma «ruptura com a política de direita».
JCP exige:
● O reforço imediato das prestações sociais do Estado, em particular aos trabalhadores atingidos pelo desemprego, alargando os critérios da atribuição do subsídio e aumentando o tempo de duração do mesmo;
● A revogação das normas mais gravosas do Código do Trabalho nomeadamente: as que se relacionam com a caducidade das convenções colectivas; a flexibilidade dos horários de trabalho de acordo com os interesses patronais, pondo em causa a vida pessoal e familiar dos trabalhadores; as disposições que visam a facilitação dos despedimentos;
● A revogação das leis laborais da administração pública, que promovem o despedimento encapotado, agravam a situação financeira dos trabalhadores, destroem direitos duramente conquistados por gerações de trabalhadores;
● Emprego com direitos;
● O combate à precariedade, assente no princípio que a um posto de trabalho permanente deve corresponder um vínculo de trabalho efectivo;
● Aumentos reais dos salários que reponham o poder de compra;
● Manutenção e defesa do aparelho produtivo nacional.
No momento em que o desemprego aumenta, o Executivo PS decidiu, entretanto, alterar as regras de atribuição do subsídio de desemprego, afastando milhares de jovens do acesso a esse apoio social.
«A precariedade é actualmente a maior causa do desemprego, onde o registo da precariedade do emprego se mantém elevado, atingindo os contratos não permanentes cerca de 883 mil trabalhadores, o que corresponde a 22,3 por cento do total dos assalariados, onde os jovens trabalhadores são os mais atingidos», alertam ainda os jovens comunistas, que defendem uma «ruptura com a política de direita».
JCP exige:
● O reforço imediato das prestações sociais do Estado, em particular aos trabalhadores atingidos pelo desemprego, alargando os critérios da atribuição do subsídio e aumentando o tempo de duração do mesmo;
● A revogação das normas mais gravosas do Código do Trabalho nomeadamente: as que se relacionam com a caducidade das convenções colectivas; a flexibilidade dos horários de trabalho de acordo com os interesses patronais, pondo em causa a vida pessoal e familiar dos trabalhadores; as disposições que visam a facilitação dos despedimentos;
● A revogação das leis laborais da administração pública, que promovem o despedimento encapotado, agravam a situação financeira dos trabalhadores, destroem direitos duramente conquistados por gerações de trabalhadores;
● Emprego com direitos;
● O combate à precariedade, assente no princípio que a um posto de trabalho permanente deve corresponder um vínculo de trabalho efectivo;
● Aumentos reais dos salários que reponham o poder de compra;
● Manutenção e defesa do aparelho produtivo nacional.