Manifestação em Odivelas
O «Movimento Mais Saúde» e os utentes de saúde de Odivelas vão realizar, sábado, uma vigília de protesto contra o encerramento de um centro de atendimento e a falta de condições dos centros de saúde do concelho.
Esta acção foi tomada durante uma reunião que juntou comissões de utentes de todas as freguesias do concelho de Odivelas, onde foram debatidos os problemas que mais preocupam a população, como a existência de 50 mil utentes sem médico de família, a degradação das condições dos centros de saúde e o encerramento do Centro de Atendimento de Urgências (CATUS).
«De ano para ano as condições de saúde em Odivelas têm-se degradado a olhos vistos. Não podemos mais ficar de braços cruzados», considerou, à Lusa, a representante do «Movimento Mais Saúde», Natália Santos.
Para Natália Santos «as condições de saúde não acompanharam o crescimento demográfico existente no concelho» situação que originou um «défice de médicos e enfermeiros em Odivelas»
«Cada vez temos mais pessoas, sobretudo idosas, o que exige mais cuidados de saúde, mas infelizmente aquilo que se verifica é a saída de médicos que depois não são substituídos», adiantou.
As condições das instalações onde se presta o atendimento aos doentes, nomeadamente dos centros de saúde foram também alvo de críticas por parte das comissões de utentes.
Anabela Santos, da Pontinha, contou por exemplo que «chove no interior Centro de Saúde» existente naquela freguesia e que «os funcionários têm de colocar baldes de água para apanhar as gotas da chuva», e Florentino Serranheira, da Comissão de Utentes de Famões, lamentou a inexistência de elevadores que dificultam o acesso ao Centro de Saúde, especialmente a quem tem mobilidade reduzida.
O encerramento do CATUS de Odivelas, e a sua transferência para um Serviço de Urgência Básico instalado em Loures, é outro dos receios da população que teme ficar sem aquela unidade que atende cerca de mil utentes por semana.
Esta acção foi tomada durante uma reunião que juntou comissões de utentes de todas as freguesias do concelho de Odivelas, onde foram debatidos os problemas que mais preocupam a população, como a existência de 50 mil utentes sem médico de família, a degradação das condições dos centros de saúde e o encerramento do Centro de Atendimento de Urgências (CATUS).
«De ano para ano as condições de saúde em Odivelas têm-se degradado a olhos vistos. Não podemos mais ficar de braços cruzados», considerou, à Lusa, a representante do «Movimento Mais Saúde», Natália Santos.
Para Natália Santos «as condições de saúde não acompanharam o crescimento demográfico existente no concelho» situação que originou um «défice de médicos e enfermeiros em Odivelas»
«Cada vez temos mais pessoas, sobretudo idosas, o que exige mais cuidados de saúde, mas infelizmente aquilo que se verifica é a saída de médicos que depois não são substituídos», adiantou.
As condições das instalações onde se presta o atendimento aos doentes, nomeadamente dos centros de saúde foram também alvo de críticas por parte das comissões de utentes.
Anabela Santos, da Pontinha, contou por exemplo que «chove no interior Centro de Saúde» existente naquela freguesia e que «os funcionários têm de colocar baldes de água para apanhar as gotas da chuva», e Florentino Serranheira, da Comissão de Utentes de Famões, lamentou a inexistência de elevadores que dificultam o acesso ao Centro de Saúde, especialmente a quem tem mobilidade reduzida.
O encerramento do CATUS de Odivelas, e a sua transferência para um Serviço de Urgência Básico instalado em Loures, é outro dos receios da população que teme ficar sem aquela unidade que atende cerca de mil utentes por semana.