Métodos inaceitáveis
Os eleitos do PCP na Assembleia Municipal de Vila Nova de Gaia acusaram na passada semana, em conferência de imprensa, o Executivo social-democrata de «métodos inaceitáveis de financiamento» em relação ao apoio social escolar e às tarifas de saneamento, água e resíduos sólidos.
Em ambos os casos, segundo os eleitos, a Câmara Municipal procura fazer face às dificuldades financeiras que o Governo impôs às autarquias, através de meios reprováveis. No apoio escolar, «aumentando de forma excessiva e reveladora de insensibilidade social o custo das refeições nas cantinas dos jardins de infância e nas escolas do 1.º ciclo de ensino básico - de 1,22 euros para 2,95 euros, embora a onda imediata de contestação tenha forçado a Câmara a recuar à pressa para o valor de 1,75 euros, ainda assim acima do estipulado pelo Ministério da Educação», denunciam.
Sobre o saneamento, água e resíduos sólidos, os eleitos comunistas destacam os aumentos exorbitantes do valor das facturas, «cobrando irregularmente», em grande número dos casos, tarifas de comércio e indústria a consumidores domésticos. «Evidentemente, o modo de elaboração das facturas, por ser de tão difícil leitura, leva que os consumidores nem sequer se apercebam que lhes está a ser cobrado o dobro do estipulado no 1.º escalão e por isso não reclamam», afirmam.
Em ambos os casos, segundo os eleitos, a Câmara Municipal procura fazer face às dificuldades financeiras que o Governo impôs às autarquias, através de meios reprováveis. No apoio escolar, «aumentando de forma excessiva e reveladora de insensibilidade social o custo das refeições nas cantinas dos jardins de infância e nas escolas do 1.º ciclo de ensino básico - de 1,22 euros para 2,95 euros, embora a onda imediata de contestação tenha forçado a Câmara a recuar à pressa para o valor de 1,75 euros, ainda assim acima do estipulado pelo Ministério da Educação», denunciam.
Sobre o saneamento, água e resíduos sólidos, os eleitos comunistas destacam os aumentos exorbitantes do valor das facturas, «cobrando irregularmente», em grande número dos casos, tarifas de comércio e indústria a consumidores domésticos. «Evidentemente, o modo de elaboração das facturas, por ser de tão difícil leitura, leva que os consumidores nem sequer se apercebam que lhes está a ser cobrado o dobro do estipulado no 1.º escalão e por isso não reclamam», afirmam.