Falsos pretextos
O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) pronunciou-se, na passada semana, contra o envio do contigente da GNR e de tropas portuguesas para o Iraque, pelo restabelecimento da legalidade naquele país e pelo exercício da soberania por parte do povo iraquiano.
«O envio de um destacamento da GNR para o Iraque constitui um novo e perigoso passo do Governo português no processo em curso da ocupação daquele país por parte das tropas dos EUA e da Grã-Bretanha», acusa o CPPC, sublinhando que «esta decisão tem apenas como objectivo agradar à política do presidente Bush, a qual, como se constata em cada dia que passa, não só é combatida no terreno pelos iraquianos, como não tem impedido o seu isolamento internacional».
Alertando para o facto de que Portugal não deve colaborar na ocupação do Iraque, o CPPC acusou o Governo português de não ter ainda prestado os necessários esclarecimentos sobre a falsa alegação junto da opinião pública portuguesa, da existência de armas de destruição maciça, em que fundou o seu apoio à intervenção militar no Iraque.
Na mesma semana, o CPPC tomou uma outra posição sobre a decisão das autoridades israelitas de expulsar ou liquidar o presidente da Autoridade Palestiniana, Yasser Arafat.
«Só o povo palestiniano tem o direito inalienável de escolher os seus dirigentes, assim como é o povo israelita quem escolhe aqueles que pretende ver no poder, mesmo quando confere a um extremismo, como é o caso de Ariel Sharon, uma maioria eleitoral», refere o CPPC.
Segundo os mesmos, a concretização do assassinato ou expulsão de Yasser Arafat de Ramallah, cidade da Cisjordânia onde tem o seu quartel-general, «provocará novos levantamentos populares e agudizará ainda mais a dramática situação que se vive na região».
Manifestando solidariedade ao povo palestiniano, o CPPC envia ao seu dirigente «a confiança de que o difícil obstáculo que tem pela frente será ultrapassado como o foram no passado os que se lhe deparam na luta pelo reconhecimento da OLP como representantes do povo palestiniano e conduziram às negociações que os sucessivos governos israelitas ameaçam liquidar».
«O envio de um destacamento da GNR para o Iraque constitui um novo e perigoso passo do Governo português no processo em curso da ocupação daquele país por parte das tropas dos EUA e da Grã-Bretanha», acusa o CPPC, sublinhando que «esta decisão tem apenas como objectivo agradar à política do presidente Bush, a qual, como se constata em cada dia que passa, não só é combatida no terreno pelos iraquianos, como não tem impedido o seu isolamento internacional».
Alertando para o facto de que Portugal não deve colaborar na ocupação do Iraque, o CPPC acusou o Governo português de não ter ainda prestado os necessários esclarecimentos sobre a falsa alegação junto da opinião pública portuguesa, da existência de armas de destruição maciça, em que fundou o seu apoio à intervenção militar no Iraque.
Na mesma semana, o CPPC tomou uma outra posição sobre a decisão das autoridades israelitas de expulsar ou liquidar o presidente da Autoridade Palestiniana, Yasser Arafat.
«Só o povo palestiniano tem o direito inalienável de escolher os seus dirigentes, assim como é o povo israelita quem escolhe aqueles que pretende ver no poder, mesmo quando confere a um extremismo, como é o caso de Ariel Sharon, uma maioria eleitoral», refere o CPPC.
Segundo os mesmos, a concretização do assassinato ou expulsão de Yasser Arafat de Ramallah, cidade da Cisjordânia onde tem o seu quartel-general, «provocará novos levantamentos populares e agudizará ainda mais a dramática situação que se vive na região».
Manifestando solidariedade ao povo palestiniano, o CPPC envia ao seu dirigente «a confiança de que o difícil obstáculo que tem pela frente será ultrapassado como o foram no passado os que se lhe deparam na luta pelo reconhecimento da OLP como representantes do povo palestiniano e conduziram às negociações que os sucessivos governos israelitas ameaçam liquidar».