Aumentos inaceitáveis
Contactados por diversos moradores da Urbanização Nogueiras, os eleitos do PCP na Assembleia Municipal da Covilhã verificaram que a actualização das rendas de habitação social - ao abrigo do decreto-lei n.º166/93 de 7 de Maio - atingem valores insuportáveis e inaceitáveis.
Em carta enviada ao Avante!, os eleitos comunistas denunciam que a Câmara Municipal da Covilhã não se dignou a explicar os cálculos efectuados, havendo casos em que as rendas atingiram aumentos de 750 por cento. «A disparidade dos valores é de tal ordem que só um erro grosseiro pode estar na sua origem e por isso totalmente desnecessários face à angústia criada nas pessoas cujo condições sociais e económicas são difíceis e cada vez mais precárias face à situação económica actual», informam.
Segundo os mesmos, «não é pois aceitável que, sem alteração significativa dos rendimentos dos agregados familiares, os aumentos impostos para o mês de Novembro excedam o dobro, o triplo e mais da renda praticada em Setembro de 2002», altura em que os novos moradores passaram a residir na freguesia do Teixoso.
«Não é concebível que pessoas desprotegidas e desfavorecidas sejam agora consideradas “privilegiadas” exigindo-lhes rendas que em alguns casos nem em prédios são praticadas», lamentam os eleitos, sublinhando que «a injustiça é tão flagrante que nem mesmo a insensibilidade democrática e administrativa tantas vezes presente nestes casos a pode sustentar e por isso só há um caminho: ser corrigida».
Em carta enviada ao Avante!, os eleitos comunistas denunciam que a Câmara Municipal da Covilhã não se dignou a explicar os cálculos efectuados, havendo casos em que as rendas atingiram aumentos de 750 por cento. «A disparidade dos valores é de tal ordem que só um erro grosseiro pode estar na sua origem e por isso totalmente desnecessários face à angústia criada nas pessoas cujo condições sociais e económicas são difíceis e cada vez mais precárias face à situação económica actual», informam.
Segundo os mesmos, «não é pois aceitável que, sem alteração significativa dos rendimentos dos agregados familiares, os aumentos impostos para o mês de Novembro excedam o dobro, o triplo e mais da renda praticada em Setembro de 2002», altura em que os novos moradores passaram a residir na freguesia do Teixoso.
«Não é concebível que pessoas desprotegidas e desfavorecidas sejam agora consideradas “privilegiadas” exigindo-lhes rendas que em alguns casos nem em prédios são praticadas», lamentam os eleitos, sublinhando que «a injustiça é tão flagrante que nem mesmo a insensibilidade democrática e administrativa tantas vezes presente nestes casos a pode sustentar e por isso só há um caminho: ser corrigida».