Morte de Reyes foi punhalada na paz
As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) consideram que o assassinato do comandante Raúl Reys foi, «mais que um golpe sensível na nossa organização, uma punhalada traiçoeira na possibilidade real de conquistar a paz na Colômbia». Reys foi morto fez no domingo, 1 de Março, um ano. A operação conjunta do exército colombiano e dos serviços secretos norte-americanos foi desencadeada a partir de uma base militar na província de Caquetá e da base dos EUA em Manta, no Equador, facto que desencadeou um diferendo diplomático ainda por sanar entre o Equador, os EUA e a Colômbia.
Em comunicado datado de 27 de Fevereiro, o Secretariado das FARC lembra que Reyes foi assassinado quando «dedicava todos os seus esforços a promover o caminho da paz» desdobrando-se em contactos com «porta-vozes da sociedade colombiana e da comunidade internacional» visando «o estabelecimento de um acordo humanitário e a consolidação de bases para uma saída política para o conflito na Colômbia». «Raúl foi um fiel intérprete da vocação de paz das FARC, objectivo em função do qual não regateou esforços, oferecendo mesmo a própria vida».
No documento, a organização acrescenta que «não satisfeitos, os inimigos da paz encabeçados por Álvaro Uribe realizaram uma campanha mentirosa contra personalidades colombianas e estrangeiras empenhadas em construir soluções distintas da guerra», e procuraram escamotear que «a essência das FARC e a sua razão de ser é a paz, entendida como a reconciliação e a reconstrução da nossa pátria sobre parâmetros que garantam a repartição equitativa da riqueza, erradiquem a miséria e garantam a participação de todos nas grandes decisões, em suma, que dêem prioridade ao ser humano».
No mesmo dia em que se assinalou o primeiro aniversário do assassinato de Raúl Reyes, elementos da Procuradoria-Geral da República da Colômbia realizaram buscas na sede dos serviços secretos, em Bogotá. A operação teve por base as denúncias recentes a respeito de escutas ilegais efectuadas a magistrados, jornalistas e dirigentes políticos da oposição ao governo de Uribe.
Em comunicado datado de 27 de Fevereiro, o Secretariado das FARC lembra que Reyes foi assassinado quando «dedicava todos os seus esforços a promover o caminho da paz» desdobrando-se em contactos com «porta-vozes da sociedade colombiana e da comunidade internacional» visando «o estabelecimento de um acordo humanitário e a consolidação de bases para uma saída política para o conflito na Colômbia». «Raúl foi um fiel intérprete da vocação de paz das FARC, objectivo em função do qual não regateou esforços, oferecendo mesmo a própria vida».
No documento, a organização acrescenta que «não satisfeitos, os inimigos da paz encabeçados por Álvaro Uribe realizaram uma campanha mentirosa contra personalidades colombianas e estrangeiras empenhadas em construir soluções distintas da guerra», e procuraram escamotear que «a essência das FARC e a sua razão de ser é a paz, entendida como a reconciliação e a reconstrução da nossa pátria sobre parâmetros que garantam a repartição equitativa da riqueza, erradiquem a miséria e garantam a participação de todos nas grandes decisões, em suma, que dêem prioridade ao ser humano».
No mesmo dia em que se assinalou o primeiro aniversário do assassinato de Raúl Reyes, elementos da Procuradoria-Geral da República da Colômbia realizaram buscas na sede dos serviços secretos, em Bogotá. A operação teve por base as denúncias recentes a respeito de escutas ilegais efectuadas a magistrados, jornalistas e dirigentes políticos da oposição ao governo de Uribe.