Ajustes directos alvo de crítica
O presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Vítor Proença, criticou o novo limite de cinco milhões de euros para ajustes directos anunciado pelo Governo, advertindo que «fere de morte» o princípio da transparência nos negócios públicos. «Discordo totalmente do novo limite para os ajustes directos», declarou, anunciando a intenção de submeter ao executivo camarário uma proposta para não adoptar no município essa eventual medida.
«Discordamos totalmente do novo limite, mesmo que seja a título excepcional como tem sido dito para 2009/2010, porque não encontramos qualquer explicação para promover um aumento tão significativo, que é na ordem de 33 vezes um valor que foi recentemente aumentado», sublinhou o autarca eleito pela CDU, fazendo notar que a medida assume um carácter «ainda mais grave» por se tratar de um ano com três actos eleitorais.
«Discordamos totalmente do novo limite, mesmo que seja a título excepcional como tem sido dito para 2009/2010, porque não encontramos qualquer explicação para promover um aumento tão significativo, que é na ordem de 33 vezes um valor que foi recentemente aumentado», sublinhou o autarca eleito pela CDU, fazendo notar que a medida assume um carácter «ainda mais grave» por se tratar de um ano com três actos eleitorais.