Concurso de Professores
«Mais um factor de degradação do sistema público de ensino e uma leviandade do Governo», assim classificou o PCP o quadro de irregularidades verificado nos concursos para a colocação de professores.
Os resultados da segunda fase do concurso nacional deveriam ter sido divulgados à meia-noite do dia 2, mas todo o sistema de informação falhou. Nem o site da Ministério da Educação, nem o serviço inovador de envio de mensagens de telemóvel (SMS) para dar a conhecer aos professores a sua escola funcionaram à hora prometida.
Para o PCP, o Governo «deve assumir as suas responsabilidades na situação caótica que criou e corrigir os erros sem prejuizo dos professores que já foram colocados».
Os métodos de decisão e de trabalho deste Governo em matéria de educação, ainda segundo os comunistas, são reveladores da «intencionalidade de degradar a imagem de qualidade, também já comprometida com a falta de investimentos e de condições de funcionamento das escolas, os novos modelos de gestão e o abandono das escolas à sua sorte».
De acordo com a Federação Nacional dos Professores (FENPROF) o número de professores sem colocação na segunda fase do concurso a horários ainda livres eleva-se a 30.422, ou seja, mais 2.558 docentes do que os 27.864 anunciados pelo Ministério da Educação.
Os resultados da segunda fase do concurso nacional deveriam ter sido divulgados à meia-noite do dia 2, mas todo o sistema de informação falhou. Nem o site da Ministério da Educação, nem o serviço inovador de envio de mensagens de telemóvel (SMS) para dar a conhecer aos professores a sua escola funcionaram à hora prometida.
Para o PCP, o Governo «deve assumir as suas responsabilidades na situação caótica que criou e corrigir os erros sem prejuizo dos professores que já foram colocados».
Os métodos de decisão e de trabalho deste Governo em matéria de educação, ainda segundo os comunistas, são reveladores da «intencionalidade de degradar a imagem de qualidade, também já comprometida com a falta de investimentos e de condições de funcionamento das escolas, os novos modelos de gestão e o abandono das escolas à sua sorte».
De acordo com a Federação Nacional dos Professores (FENPROF) o número de professores sem colocação na segunda fase do concurso a horários ainda livres eleva-se a 30.422, ou seja, mais 2.558 docentes do que os 27.864 anunciados pelo Ministério da Educação.