PCV reitera apoio a todas as candidaturas
O Comité Central do Partido Comunista da Venezuela, reunido em plenário no passado dia 16 de Outubro, ratificou «todas as candidaturas dinamizadas e apoiadas pela organização para as eleições de 23 de Novembro, quer sejam as 16 que saíram do interior do PSUV, quer sejam as duas candidaturas de militantes comunistas ao cargo de governador quer sejam ainda as demais impulsionadas por outras forças».
Em conferência de imprensa, Carlos Aquino, secretário nacional de organização, assinalou também a necessidade de «acumular forças entre os sectores de esquerda, entre os sectores mais consequentes com o objectivo estratégico do processo revolucionário». O dirigente lembrou ainda que «não é um aspecto contraditório o PCV estar com sectores que não apontam como objectivo o socialismo, uma vez que nesta fase de libertação nacional têm um papel a desempenhar».
Aquino acrescentou que «o PCV insta o povo a optar por candidaturas capazes de promover o trabalho colectivo, que tenham como referência a dinâmica popular», na medida em que os órgãos de poder local «não devem girar em torno de tal ou tal presidente, de tal ou tal governador, mas, pelo contrário, devem ser capazes de dinamizar e acolher a participação das populações».
Três dias antes da reunião do Comité Central, também o Bureau Político do PCV ratificou o apoio a todas as candidaturas e apelou à unidade de todos os revolucionários ante o inimigo principal, que são o imperialismo e a oligarquia nacional, revelou o secretário-geral Óscar Figuera.
Figuera recordou que os comunistas estão no terreno eleitoral partindo do que foi proposto pelo presidente Hugo Chávez, e discutido e analisado no seio da Aliança Patriótica. «Nós apresentamos as nossas propostas e, como disse anteriormente o presidente Chávez, que seja o povo a decidir», frisou.
Quanto às declarações de Chávez em recentes iniciativas de campanha, Figuera considerou-as «injustificadas e gratuitas». Injustificadas porque «não correspondem à prática política do PCV, que não apenas é parte do processo [bolivariano] desde o momento em que o presidente Chávez se apresentou como candidato à presidência da República, em 1998, mas também porque desde 1931, faz parte das forças políticas revolucionárias no continente e na Venezuela»; e gratuitas na medida em que «a postura política, ideológica, social, orgânica, individual e colectiva dos que militam no PCV foi sempre consequente e firme para com os direitos do povo e a revolução».
Já a respeito das acusações de contra-revolucionários, desleais e traidores, o secretário-geral do PCV apelou à não banalização dos termos «na medida em que tal permite aos verdadeiros traidores, contra-revolucionários e desleais alcançarem o poder e montarem uma ofensiva reaccionária contra os verdadeiros revolucionários deste país», e sublinhou que «é muito perigoso fazer declarações gratuitas porque, mesmo que o presidente não tenha essa intenção, elas podem ser aproveitadas por sectores anticomunistas e de direita para liquidarem quadros do Partido Comunista».
Em conferência de imprensa, Carlos Aquino, secretário nacional de organização, assinalou também a necessidade de «acumular forças entre os sectores de esquerda, entre os sectores mais consequentes com o objectivo estratégico do processo revolucionário». O dirigente lembrou ainda que «não é um aspecto contraditório o PCV estar com sectores que não apontam como objectivo o socialismo, uma vez que nesta fase de libertação nacional têm um papel a desempenhar».
Aquino acrescentou que «o PCV insta o povo a optar por candidaturas capazes de promover o trabalho colectivo, que tenham como referência a dinâmica popular», na medida em que os órgãos de poder local «não devem girar em torno de tal ou tal presidente, de tal ou tal governador, mas, pelo contrário, devem ser capazes de dinamizar e acolher a participação das populações».
Três dias antes da reunião do Comité Central, também o Bureau Político do PCV ratificou o apoio a todas as candidaturas e apelou à unidade de todos os revolucionários ante o inimigo principal, que são o imperialismo e a oligarquia nacional, revelou o secretário-geral Óscar Figuera.
Figuera recordou que os comunistas estão no terreno eleitoral partindo do que foi proposto pelo presidente Hugo Chávez, e discutido e analisado no seio da Aliança Patriótica. «Nós apresentamos as nossas propostas e, como disse anteriormente o presidente Chávez, que seja o povo a decidir», frisou.
Quanto às declarações de Chávez em recentes iniciativas de campanha, Figuera considerou-as «injustificadas e gratuitas». Injustificadas porque «não correspondem à prática política do PCV, que não apenas é parte do processo [bolivariano] desde o momento em que o presidente Chávez se apresentou como candidato à presidência da República, em 1998, mas também porque desde 1931, faz parte das forças políticas revolucionárias no continente e na Venezuela»; e gratuitas na medida em que «a postura política, ideológica, social, orgânica, individual e colectiva dos que militam no PCV foi sempre consequente e firme para com os direitos do povo e a revolução».
Já a respeito das acusações de contra-revolucionários, desleais e traidores, o secretário-geral do PCV apelou à não banalização dos termos «na medida em que tal permite aos verdadeiros traidores, contra-revolucionários e desleais alcançarem o poder e montarem uma ofensiva reaccionária contra os verdadeiros revolucionários deste país», e sublinhou que «é muito perigoso fazer declarações gratuitas porque, mesmo que o presidente não tenha essa intenção, elas podem ser aproveitadas por sectores anticomunistas e de direita para liquidarem quadros do Partido Comunista».