Coimbra

Ensino gratuito e de qualidade

A Sala Polivalente do IPJ, acolheu, dia 9 de Outubro, uma Assembleia da Organização do Ensino Superior de Coimbra da JCP.
Esta iniciativa, que contou com a participação de largas dezenas de camaradas e amigos dos jovens comunistas, teve como objectivo aprofundar a situação política do Ensino Superior em Coimbra, marcada por uma crescente ofensiva aos direitos dos estudantes.
«As propinas subiram, novamente, este ano e já atingem os 971 euros. O Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior prepara-se para ser aplicado este ano e acabar com a gestão democrática e paritária das instituições. Mantém-se a falta de condições materiais e pedagógicas em muitas escolas», acusa a JCP.
No encontro, os jovens comunistas afirmaram ainda a necessidade de «reforçar» e fazer «crescer a luta dos estudantes do Ensino Superior contra estas políticas». Valorizaram ainda as lutas que foram desenvolvidas no passado dia 18 de Outubro de 2007 e 16 de Abril de 2008, que juntaram, por todo o País, milhares de estudantes, descontentes com o actual rumo do Ensino Superior.
Por outro lado, traçaram-se linhas de trabalho para a intervenção da organização dos jovens comunistas nos próximos tempos. Reforçar a JCP e a sua intervenção nas escolas de Ensino Superior do distrito é um dos principais objectivos, bem como fazer crescer a luta por um Ensino Superior público, gratuito, democrático e de qualidade.

Prato social mais caro

O preço do prato social, nas cantinas, subiu 15 cêntimos. No entanto, «o que se verifica é que a qualidade do prato social não mudou, nem se alterou», informa a Organização do Ensino Superior de Coimbra da JCP, acusando os sucessivos governos do PS, PSD, com ou sem CDS-PP, de cortes orçamentais na Acção Social. São ainda responsáveis pelos atrasos nos pagamentos de bolsas, nas más condições das residências e das cantinas.


Mais artigos de: Juventude

<i>Qimonda</i> – modelo de precariedade e exploração

Na Qimonda, empresa considerada «modelo» pelo Governo, 80 por cento dos trabalhadores, com uma media de idade de 26 anos, tem vínculos laborais precários e são sujeitos a um horário de trabalho desumano de 12 horas, denuncia a JCP.

«Cartão vermelho» ao Governo

Milhares de estudantes participaram, quinta-feira, no tradicional desfile académico do Instituto Politécnico de Beja. Esta iniciativa culminou num protesto frente ao Governo Civil de Beja, onde foram exibidos dois mil «cartões vermelhos» ao Governo, exigindo o fim das políticas de privatização da educação e a garantia de...