Unidos para ganhar
A Câmara de Mora aprovou, quinta-feira, a criação de um movimento para «pressionar» o Governo a integrar o concelho na sub-região (NUT III) do Alentejo Central, que integra Évora.
Não podemos é continuar neste impasse
O secretário de Estado Adjunto e da Administração Local, Eduardo Cabrita, tem «todas as condições que exigiu» para «cumprir e honrar os compromissos assumidos com a Câmara e o povo. Não compreendemos, nem aceitamos esta demora», disse, à Lusa, o presidente do município, José Manuel Sinogas.
Segundo o autarca da CDU, este Movimento de Defesa da Integração do Concelho de Mora na NUT III Alentejo Central, cuja criação foi aprovada na reunião de executivo camarário - com quatro votos a favor da CDU e a abstenção do eleito do PS -, pretende «envolver mais a sociedade civil nesta luta».
A Câmara e os habitantes de Mora reclamam, há meses, a integração na NUT III do Alentejo Central, tendo realizado duas manifestações, uma na sede de concelho e outra em Évora, exigindo ao Governo o reajustamento da organização territorial.
Em meados de Junho, por iniciativa de Eduardo Cabrita - que admitiu «ponderar reajustamentos territoriais» se os presidentes de Câmara do distrito de Évora chegassem a um consenso -, foi criado um grupo de trabalho com vários autarcas para analisar a questão.
Este grupo de trabalho chegou a acordo no mês seguinte para a concretização de um plano estratégico sobre a gestão descentralizada de fundos comunitários.
Contudo, no que respeita à composição da NUT III, os autarcas consideraram que cabe ao Governo decidir.
Perante estas conclusões, José Manuel Sinogas entende que «já existe o tal maior consenso entre os autarcas do distrito exigido pelo secretário de Estado», tendo este que «decidir de uma vez por todas, sem mais demoras».
«Não podemos é continuar neste impasse, com os serviços públicos todos em Portalegre», acrescentou, explicando que o movimento de defesa, a constituir formalmente ainda este mês, pretende, precisamente, «exigir que o Governo decida».
«Vai ser um movimento de opinião com pessoas de todas as tendências e, além de cerca de 500 naturais de Mora que residem na zona de Lisboa, queremos que o integrem várias personalidades e figuras públicas ligadas ao concelho, para também serem o rosto da nossa luta», frisou.
A primeira acção pública do movimento vai acontecer em Setembro, durante as festas das freguesias do concelho, que pertence ao distrito de Évora, através da recolha de assinaturas para um abaixo-assinado de protesto.
Caso o município não tenha «rapidamente» respostas do secretário de Estado, já está marcada para Outubro, embora ainda sem dia definido, uma manifestação em Lisboa, decidida em plenário realizado com a população.
Segundo o autarca da CDU, este Movimento de Defesa da Integração do Concelho de Mora na NUT III Alentejo Central, cuja criação foi aprovada na reunião de executivo camarário - com quatro votos a favor da CDU e a abstenção do eleito do PS -, pretende «envolver mais a sociedade civil nesta luta».
A Câmara e os habitantes de Mora reclamam, há meses, a integração na NUT III do Alentejo Central, tendo realizado duas manifestações, uma na sede de concelho e outra em Évora, exigindo ao Governo o reajustamento da organização territorial.
Em meados de Junho, por iniciativa de Eduardo Cabrita - que admitiu «ponderar reajustamentos territoriais» se os presidentes de Câmara do distrito de Évora chegassem a um consenso -, foi criado um grupo de trabalho com vários autarcas para analisar a questão.
Este grupo de trabalho chegou a acordo no mês seguinte para a concretização de um plano estratégico sobre a gestão descentralizada de fundos comunitários.
Contudo, no que respeita à composição da NUT III, os autarcas consideraram que cabe ao Governo decidir.
Perante estas conclusões, José Manuel Sinogas entende que «já existe o tal maior consenso entre os autarcas do distrito exigido pelo secretário de Estado», tendo este que «decidir de uma vez por todas, sem mais demoras».
«Não podemos é continuar neste impasse, com os serviços públicos todos em Portalegre», acrescentou, explicando que o movimento de defesa, a constituir formalmente ainda este mês, pretende, precisamente, «exigir que o Governo decida».
«Vai ser um movimento de opinião com pessoas de todas as tendências e, além de cerca de 500 naturais de Mora que residem na zona de Lisboa, queremos que o integrem várias personalidades e figuras públicas ligadas ao concelho, para também serem o rosto da nossa luta», frisou.
A primeira acção pública do movimento vai acontecer em Setembro, durante as festas das freguesias do concelho, que pertence ao distrito de Évora, através da recolha de assinaturas para um abaixo-assinado de protesto.
Caso o município não tenha «rapidamente» respostas do secretário de Estado, já está marcada para Outubro, embora ainda sem dia definido, uma manifestação em Lisboa, decidida em plenário realizado com a população.