Negócio com a água
Com o pretenso objectivo de terminar o saneamento básico, águas e esgotos, os eleitos do PS na Assembleia Municipal de Faro quiseram aprovar, no dia 30 de Julho, numa reunião de emergência, um novo modelo de financiamento da FADAR (Empresa Pública/Privada Municipal).
Segundo os eleitos do PCP, o que verdadeiramente moveu a sua formação «foi a gestão e comercialização da água de abastecimento público e o negócio dos resíduos».
«O PS viu gorada a sua pretensão de um novo modelo de financiamento para a dita empresa que pretendia diminuir a prestação financeira dos privados para três milhões e quinhentos mil euros, quando no contrato base constava vinte milhões de euros, verba que não entrou nos cofres da FAGAR, resultando desta forma num incumprimento do contrato e em consequência o adiar a construção do saneamento básico nas freguesias rurais, com a agravante da Câmara de Faro suportar a parte correspondente à sua comparticipação na empresa, de 51 por cento das acções, nos mais de 18 milhões de euros, que é preciso contratualidade com a banca», explicam os comunistas, que, tal como em 2005, votaram contra esta situação.
Segundo os eleitos do PCP, o que verdadeiramente moveu a sua formação «foi a gestão e comercialização da água de abastecimento público e o negócio dos resíduos».
«O PS viu gorada a sua pretensão de um novo modelo de financiamento para a dita empresa que pretendia diminuir a prestação financeira dos privados para três milhões e quinhentos mil euros, quando no contrato base constava vinte milhões de euros, verba que não entrou nos cofres da FAGAR, resultando desta forma num incumprimento do contrato e em consequência o adiar a construção do saneamento básico nas freguesias rurais, com a agravante da Câmara de Faro suportar a parte correspondente à sua comparticipação na empresa, de 51 por cento das acções, nos mais de 18 milhões de euros, que é preciso contratualidade com a banca», explicam os comunistas, que, tal como em 2005, votaram contra esta situação.