Queda do Império começou em Ajudá
Completam-se amanhã 48 anos sobre a data em que o Benim, então Daomé, se declarou independente. Nesse dia, os primeiros dirigentes do novo país pediram ao governador português do enclave de Ajudá que arreasse a Bandeira das Quinas e abandonasse o território. Em Lisboa, Salazar recusou e deu ordens para ficar. O que se passou a seguir tornou-se um dos tabus mais densos do Fascismo, e é o tema do livro de Jorge Ribeiro, «S. João Batista D'Ajudá», recentemente editado pela «Arca das Letras».
A dramática expulsão dos portugueses desta colónia constituiu a queda da primeira pedra do nosso dominó imperial. A efeméride vai ser evocada naquele ponto remoto do Golgo da Guiné, com leitura traduzida de excertos do livros de Jorge Ribeiro. A Fortaleza de Ajudá é hoje um Museu da Escravatura.
A dramática expulsão dos portugueses desta colónia constituiu a queda da primeira pedra do nosso dominó imperial. A efeméride vai ser evocada naquele ponto remoto do Golgo da Guiné, com leitura traduzida de excertos do livros de Jorge Ribeiro. A Fortaleza de Ajudá é hoje um Museu da Escravatura.