Chamas no Centro de Lisboa
Um prédio ficou totalmente destruído e outros dois sofrem danos na sequência de um incêndio que deflagrou na madrugada de domingo para segunda-feira na zona da Avenida da Liberdade, em Lisboa.
O fogo começou por volta das 23:50 no número 23 da Avenida da Liberdade e só foi dado como controlado pelos bombeiros que acorreram ao local cerca de duas horas e meia depois.
Para além deste edifício, devoluto e propriedade de uma empresa imobiliária espanhola, as chamas afectaram outros dois prédios, um contíguo, o número 23, propriedade da Junta de Freguesia das Galveias, concelho de Ponte de Sôr, que sofreu danos graves na cobertura e no quinto andar, e outro próximo do local da ignição, o número 4 da Rua da Glória.
Mai de 150 pessoas, entre residentes e turistas hospedados num hotel e numa pensão vizinhas ao local, tiveram que ser evacuadas.
Quanto aos moradores do número 21, equacionam levar a imobiliária espanhola e a Câmara Municipal de Lisboa a tribunal por incúria, dado que, argumentam, alertaram várias vezes para o estado de abandono do edifício agora em ruínas e para o perigo que este representava. O presidente da autarquia rejeita responsabilidades no sucedido.
Na cidade de Lisboa existem, segundo dados oficiais, 4600 edifícios devolutos, os quais podiam alojar cerca de 25 mil pessoas.
O fogo começou por volta das 23:50 no número 23 da Avenida da Liberdade e só foi dado como controlado pelos bombeiros que acorreram ao local cerca de duas horas e meia depois.
Para além deste edifício, devoluto e propriedade de uma empresa imobiliária espanhola, as chamas afectaram outros dois prédios, um contíguo, o número 23, propriedade da Junta de Freguesia das Galveias, concelho de Ponte de Sôr, que sofreu danos graves na cobertura e no quinto andar, e outro próximo do local da ignição, o número 4 da Rua da Glória.
Mai de 150 pessoas, entre residentes e turistas hospedados num hotel e numa pensão vizinhas ao local, tiveram que ser evacuadas.
Quanto aos moradores do número 21, equacionam levar a imobiliária espanhola e a Câmara Municipal de Lisboa a tribunal por incúria, dado que, argumentam, alertaram várias vezes para o estado de abandono do edifício agora em ruínas e para o perigo que este representava. O presidente da autarquia rejeita responsabilidades no sucedido.
Na cidade de Lisboa existem, segundo dados oficiais, 4600 edifícios devolutos, os quais podiam alojar cerca de 25 mil pessoas.