Ensino desigual e injusto
A JCP não está de acordo com os exames nacionais, a «maior ferramenta de filtração e elitização do ensino». «São exames iguais para realidades muito diferentes, a desnivelar um ensino cada vez mais desigual e injusto», acusam os jovens comunistas, defendendo, em contrapartida, a avaliação contínua dos alunos.
«Os exames nacionais são uma forma injusta de avaliar, contrariando a avaliação contínua e diária dos estudantes, a sua evolução, o seu empenho, o trabalho que apresenta em todas as aulas», acusa a JCP.
Num documento enviado aos órgãos de comunicação social, os jovens comunistas desmascararam ainda «a ofensiva de ideológica e de branqueamento da história no plano dos programas e manuais escolares». Nos exames nacionais deste ano lectivo esta «ofensiva» fez-se sentir claramente nas provas de «História A» e História B».
«Nas provas de “História A” está bem explicito o ataque à URSS e à ideologia comunista, deturpando os factos históricos», criticam. Por outro lado, acrescenta a JCP, no exame de «História B» está «implícito o branqueamento da ditadura vivida em Portugal».
«Os exames nacionais são uma forma injusta de avaliar, contrariando a avaliação contínua e diária dos estudantes, a sua evolução, o seu empenho, o trabalho que apresenta em todas as aulas», acusa a JCP.
Num documento enviado aos órgãos de comunicação social, os jovens comunistas desmascararam ainda «a ofensiva de ideológica e de branqueamento da história no plano dos programas e manuais escolares». Nos exames nacionais deste ano lectivo esta «ofensiva» fez-se sentir claramente nas provas de «História A» e História B».
«Nas provas de “História A” está bem explicito o ataque à URSS e à ideologia comunista, deturpando os factos históricos», criticam. Por outro lado, acrescenta a JCP, no exame de «História B» está «implícito o branqueamento da ditadura vivida em Portugal».