Trabalho infantil
Cerca de 165 milhões de crianças entre os 4 e os 15 anos de idade são forçadas a trabalhar. O número foi divulgado quinta-feira, 12, data em que a Organização Internacional do Trabalho assinalou o Dia Mundial contra o Trabalho Infantil.
De acordo com a OIT, no total mais de 100 milhões destas crianças laboram na agricultura, facto que acresce dificuldades de frequência escolar na medida em que nas áreas rurais os estabelecimentos de ensino escasseiam. A OIT revelou ainda que mais de 75 milhões de menores não têm acesso à educação, tema central das actividades deste ano da organização a respeito do combate ao trabalho infantil.
Para os responsáveis da Organização Internacional do Trabalho, é preciso inverter o ciclo vicioso que se estabelece entre a pobreza, a participação das crianças em actividades económicas e o abandono escolar, o analfabetismo e a iliteracia. «Para muitas crianças no mundo, em particular para aquelas de famílias pobres, o direito à educação continua a ser um conceito abstracto, muito distante da realidade do dia a dia», disse o secretário-geral da organização, Juan Somavía.
No dia anterior, a ONG Save the Children divulgou um relatório onde afirma que o número de crianças e adolescentes entre os 5 e os 17 anos que trabalham no mundo ultrapassa os 218 milhões, mais de metade dos quais, 126 milhões, realizam tarefas perigosas e outros 8 milhões trabalham em regime de escravatura.
De acordo com a OIT, no total mais de 100 milhões destas crianças laboram na agricultura, facto que acresce dificuldades de frequência escolar na medida em que nas áreas rurais os estabelecimentos de ensino escasseiam. A OIT revelou ainda que mais de 75 milhões de menores não têm acesso à educação, tema central das actividades deste ano da organização a respeito do combate ao trabalho infantil.
Para os responsáveis da Organização Internacional do Trabalho, é preciso inverter o ciclo vicioso que se estabelece entre a pobreza, a participação das crianças em actividades económicas e o abandono escolar, o analfabetismo e a iliteracia. «Para muitas crianças no mundo, em particular para aquelas de famílias pobres, o direito à educação continua a ser um conceito abstracto, muito distante da realidade do dia a dia», disse o secretário-geral da organização, Juan Somavía.
No dia anterior, a ONG Save the Children divulgou um relatório onde afirma que o número de crianças e adolescentes entre os 5 e os 17 anos que trabalham no mundo ultrapassa os 218 milhões, mais de metade dos quais, 126 milhões, realizam tarefas perigosas e outros 8 milhões trabalham em regime de escravatura.