Previsões sombrias
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) reviu na passada semana em alta a previsão da taxa de desemprego (para os 7,9 %), baixando simultaneamente a previsão de crescimento da economia portuguesa.
No relatório das Previsões Económicas Mundiais, a OCDE cortou de 2,0 para 1,6 por cento a previsão de expansão em 2008 do Produto Interno Bruto português, e aumentou em 0,3 pontos percentuais a previsão da taxa de desemprego, elevando-a para os 7,9 por cento.
Este cenário tendencial daquela entidade não bate certo com o do Governo, que já corrigiu em baixa o crescimento económico, passando o PIB para 1,5%, mas continua a falar numa melhoria da taxa de desemprego para os 7,6 por cento (menos 0,4 pontos percentuais do que em 2007).
As más notícias não se ficam contudo pelo elevado desemprego e pelo medíocre desempenho da economia. Também a inflação vai subir para 3,0 por cento e a taxa de poupança dos particulares deve voltar a baixar, caindo de 6,4 por cento, em 2007, para os 6,2 por cento em 2008.
No relatório das Previsões Económicas Mundiais, a OCDE cortou de 2,0 para 1,6 por cento a previsão de expansão em 2008 do Produto Interno Bruto português, e aumentou em 0,3 pontos percentuais a previsão da taxa de desemprego, elevando-a para os 7,9 por cento.
Este cenário tendencial daquela entidade não bate certo com o do Governo, que já corrigiu em baixa o crescimento económico, passando o PIB para 1,5%, mas continua a falar numa melhoria da taxa de desemprego para os 7,6 por cento (menos 0,4 pontos percentuais do que em 2007).
As más notícias não se ficam contudo pelo elevado desemprego e pelo medíocre desempenho da economia. Também a inflação vai subir para 3,0 por cento e a taxa de poupança dos particulares deve voltar a baixar, caindo de 6,4 por cento, em 2007, para os 6,2 por cento em 2008.