ESTE PARTIDO
«Não tem paralelo o grau de participação dos militantes do PCP na vida do seu Partido»
Se se apreciar a situação do Partido na actualidade, destaca-se como dado relevante a crescente actividade desenvolvida pelas organizações partidárias, fruto de um notório e significativo aumento da participação militante.
Um olhar pela Agenda do Avante! dá-nos uma ideia aproximada da actividade semanal do Partido: multiplicam-se os plenários de militantes para discussão da situação política nacional e internacional; os debates e colóquios sobre os mais diversificados temas políticos e culturais; os convívios; as múltiplas acções de massas de iniciativa ou com decisiva intervenção partidária; a realização de assembleias das organizações regionais, concelhias, de freguesias, de sectores, de empresas e locais de trabalho; as reuniões e plenários de preparação do XVIII Congresso – a que há que acrescentar, naturalmente, a realização das muitas centenas de reuniões regulares dos organismos de direcção a todos os níveis, ponto de partida, afinal, de toda a actividade partidária.
A leitura das notícias sobre esse mundo de realizações, mostra-nos que nelas participam, consoante o tipo de iniciativa e o peso da organização que a promove, vinte, trinta, quarenta ou cinquenta, aqui; cem ou cento e cinquenta, ali; duzentos, trezentos ou quinhentos, acolá... – tudo somando muitos milhares de militantes e simpatizantes ou amigos do Partido.
Trata-se de uma intervenção incontestavelmente única no quadro partidário nacional, dela podendo dizer-se, como já aqui sublinhámos, que a actividade normal do PCP é maior do que a soma das actividades normais de todos os outros partidos políticos portugueses. Da mesma forma que não tem paralelo o grau de participação dos militantes comunistas na vida e na actividade do seu Partido.
E de tudo isto emergem, nítidos, traços distintivos fundamentais do PCP relacionados designadamente com o grau e o conteúdo da militância comunista e com a sua dimensão participativa - o que diz bem sobre o conteúdo democrático do funcionamento do Partido de que essa componente participativa é indiscutível pedra de toque.
Na situação actual, importa sublinhar, entretanto, o crescendo, nos últimos meses, dessa participação dos militantes comunistas e os seus reflexos na quantidade, na dimensão e no conteúdo das iniciativas levadas à prática pelas suas organizações.
É sabido que, na sequência do último Congresso, o Partido deu significativos passos em frente em todos os campos da sua vida e da sua actividade. E a realidade actual mostra que esses avanços têm vindo a assumir expressão cada vez mais relevante.
Cresce o número de militantes do Partido, num evidente movimento de adesão ao ideal comunista e de apreço pelo conteúdo da intervenção do PCP em defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo e do País. E, dado importante, dos cerca de 6 300 militantes vindos ao Partido após o XVII Congresso, mais de 2 600 são jovens com menos de 35 anos – e destes quase um milhar são jovens mulheres.
Exemplos dessa crescente actividade partidária, vemo-los nas assembleias das organizações realizadas e na sua importância enquanto momentos de reforço da vida democrática interna do Partido e da sua capacidade interventiva: todas as semanas, por todo o País, militantes comunistas reunem as suas assembleias nas quais analisam a situação do País e do respectivo espaço de intervenção de cada organização, procedem ao balanço do trabalho realizado, definem linhas de orientação para o futuro imediato e elegem os organismos de direcção que hão-de assegurar a aplicação colectiva dessas orientações colectivamente definidas.
É o trabalho colectivo, enquanto princípio básico essencial do estilo de trabalho do Partido, a assegurar e a enriquecer a democracia interna.
E se observarmos o mapa das iniciativas inseridas no processo de preparação do XVIII Congresso, constatamos um crescente envolvimento do colectivo partidário na construção da reunião do órgão supremo do Partido – o que constitui condição indispensável para garantir o seu êxito.
No que respeita à participação dos militantes comunistas na luta de massas, é caso para dizer que eles estão em todas... Com efeito, mostra a realidade que os militantes e organizações comunistas marcam presença certa e determinante em todo o lado onde as vítimas preferenciais da política de direita lutam contra essa política – numa luta que é complementada pela acção dos eleitos comunistas nas instituições.
É assim, na luta das populações pelas suas justas reivindicações, que têm nas organizações locais do PCP o seu mais fiel e seguro aliado
É assim, na luta dos trabalhadores pelos seus direitos e interesses, na situação actual tendo como objectivo central derrotar o antidemocrático Código do Trabalho – luta na qual os dirigentes e delegados sindicais e membros de comissões de trabalhadores comunistas ocupam lugar de destaque.
É assim, nas lutas dos jovens, das mulheres, dos reformados e pensionistas, dos micro, pequenos e médios empresários, enfim de todos os sectores e camadas que constituem os alvos preferenciais da política de direita ao serviço exclusivo dos interesses dos grandes grupos económicos e financeiros.
Estes dados são tanto mais relevantes e o seu significado tanto mais profundo, quanto, como sabemos, o reforço do PCP é condição determinante para a intensificar a resposta à política de direita e a simultânea construção da necessária alternativa de esquerda.
Resposta que, sabemo-lo bem, tem na luta de massas a sua mais forte componente – e que assumirá expressão marcante na grande manifestação nacional de 5 de Junho.
Um olhar pela Agenda do Avante! dá-nos uma ideia aproximada da actividade semanal do Partido: multiplicam-se os plenários de militantes para discussão da situação política nacional e internacional; os debates e colóquios sobre os mais diversificados temas políticos e culturais; os convívios; as múltiplas acções de massas de iniciativa ou com decisiva intervenção partidária; a realização de assembleias das organizações regionais, concelhias, de freguesias, de sectores, de empresas e locais de trabalho; as reuniões e plenários de preparação do XVIII Congresso – a que há que acrescentar, naturalmente, a realização das muitas centenas de reuniões regulares dos organismos de direcção a todos os níveis, ponto de partida, afinal, de toda a actividade partidária.
A leitura das notícias sobre esse mundo de realizações, mostra-nos que nelas participam, consoante o tipo de iniciativa e o peso da organização que a promove, vinte, trinta, quarenta ou cinquenta, aqui; cem ou cento e cinquenta, ali; duzentos, trezentos ou quinhentos, acolá... – tudo somando muitos milhares de militantes e simpatizantes ou amigos do Partido.
Trata-se de uma intervenção incontestavelmente única no quadro partidário nacional, dela podendo dizer-se, como já aqui sublinhámos, que a actividade normal do PCP é maior do que a soma das actividades normais de todos os outros partidos políticos portugueses. Da mesma forma que não tem paralelo o grau de participação dos militantes comunistas na vida e na actividade do seu Partido.
E de tudo isto emergem, nítidos, traços distintivos fundamentais do PCP relacionados designadamente com o grau e o conteúdo da militância comunista e com a sua dimensão participativa - o que diz bem sobre o conteúdo democrático do funcionamento do Partido de que essa componente participativa é indiscutível pedra de toque.
Na situação actual, importa sublinhar, entretanto, o crescendo, nos últimos meses, dessa participação dos militantes comunistas e os seus reflexos na quantidade, na dimensão e no conteúdo das iniciativas levadas à prática pelas suas organizações.
É sabido que, na sequência do último Congresso, o Partido deu significativos passos em frente em todos os campos da sua vida e da sua actividade. E a realidade actual mostra que esses avanços têm vindo a assumir expressão cada vez mais relevante.
Cresce o número de militantes do Partido, num evidente movimento de adesão ao ideal comunista e de apreço pelo conteúdo da intervenção do PCP em defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo e do País. E, dado importante, dos cerca de 6 300 militantes vindos ao Partido após o XVII Congresso, mais de 2 600 são jovens com menos de 35 anos – e destes quase um milhar são jovens mulheres.
Exemplos dessa crescente actividade partidária, vemo-los nas assembleias das organizações realizadas e na sua importância enquanto momentos de reforço da vida democrática interna do Partido e da sua capacidade interventiva: todas as semanas, por todo o País, militantes comunistas reunem as suas assembleias nas quais analisam a situação do País e do respectivo espaço de intervenção de cada organização, procedem ao balanço do trabalho realizado, definem linhas de orientação para o futuro imediato e elegem os organismos de direcção que hão-de assegurar a aplicação colectiva dessas orientações colectivamente definidas.
É o trabalho colectivo, enquanto princípio básico essencial do estilo de trabalho do Partido, a assegurar e a enriquecer a democracia interna.
E se observarmos o mapa das iniciativas inseridas no processo de preparação do XVIII Congresso, constatamos um crescente envolvimento do colectivo partidário na construção da reunião do órgão supremo do Partido – o que constitui condição indispensável para garantir o seu êxito.
No que respeita à participação dos militantes comunistas na luta de massas, é caso para dizer que eles estão em todas... Com efeito, mostra a realidade que os militantes e organizações comunistas marcam presença certa e determinante em todo o lado onde as vítimas preferenciais da política de direita lutam contra essa política – numa luta que é complementada pela acção dos eleitos comunistas nas instituições.
É assim, na luta das populações pelas suas justas reivindicações, que têm nas organizações locais do PCP o seu mais fiel e seguro aliado
É assim, na luta dos trabalhadores pelos seus direitos e interesses, na situação actual tendo como objectivo central derrotar o antidemocrático Código do Trabalho – luta na qual os dirigentes e delegados sindicais e membros de comissões de trabalhadores comunistas ocupam lugar de destaque.
É assim, nas lutas dos jovens, das mulheres, dos reformados e pensionistas, dos micro, pequenos e médios empresários, enfim de todos os sectores e camadas que constituem os alvos preferenciais da política de direita ao serviço exclusivo dos interesses dos grandes grupos económicos e financeiros.
Estes dados são tanto mais relevantes e o seu significado tanto mais profundo, quanto, como sabemos, o reforço do PCP é condição determinante para a intensificar a resposta à política de direita e a simultânea construção da necessária alternativa de esquerda.
Resposta que, sabemo-lo bem, tem na luta de massas a sua mais forte componente – e que assumirá expressão marcante na grande manifestação nacional de 5 de Junho.