AVEIRO

PCP impedido de responder

A coligação que governa Aveiro, incapaz de rebater a moção de censura apresentada pelo PCP na última Assembleia Municipal, optou por cortar-lhe o direito de resposta, usando para tal de uma prerrogativa que o Regimento da Assembleia lhe permite. Isto, para além de ter entrado pelo «pelo caminho do insulto político» e das «torpes mentiras» que durante anos usou para «etiquetar os comunistas»
A Comissão Concelhia de Aveiro do PCP decidiu, assim, vir a público explicar a sua moção, a que o presidente da Câmara se esforçou por responder com a apresentação de um «grande rol» de obra que não é exclusiva do Executivo ou que está no âmbito da gestão corrente. Sem resposta ficaram entretanto as questões levantadas pela moção do PCP, como sejam a sistemática invocação da dívida existente para o «imobilismo e marasmo»; a alienação de serviços públicos; o desprezo pelas carências das zonas rurais do concelho, com a não entrega de verbas às Juntas de Freguesia; ou o «deplorável» tratamento dado aos trabalhadores da Moveaveiro, com o objectivo de privatizar a empresa.


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