Chilenos despedem-se de Teitelboim
Milhares de chilenos despediram-se, sábado, do antigo secretário-geral do Partido Comunista do Chile Volodia Teitelboim, que faleceu quinta-feira, aos 91 anos, na capital do país, Santiago do Chile, após doença prolongada.
Destacado dirigente e intelectual, Teitelboim iniciou a militância comunista nos anos 30 e apenas uma década depois já se encontrava preso pela sua actividade política.
Entre 1961 e 1965 foi deputado, e em 1973, depois do golpe que derrubou Salvador Allende, com quem colaborou estreitamente, exilou-se na União Soviética onde desempenhou um importante papel na reorganização do partido. Regressado ao Chile, entre 1989 e 1994 foi secretário-geral do Partido Comunista.
Em nota enviada ao Comité Central do PCC, o Secretariado do CC do PCP expressou o «profundo pesar» dos comunistas portugueses pelo desaparecimento de tão prestigiada figura do movimento comunista, dedicado «lutador pela liberdade, pela democracia, o progresso social e o socialismo».
Destacado dirigente e intelectual, Teitelboim iniciou a militância comunista nos anos 30 e apenas uma década depois já se encontrava preso pela sua actividade política.
Entre 1961 e 1965 foi deputado, e em 1973, depois do golpe que derrubou Salvador Allende, com quem colaborou estreitamente, exilou-se na União Soviética onde desempenhou um importante papel na reorganização do partido. Regressado ao Chile, entre 1989 e 1994 foi secretário-geral do Partido Comunista.
Em nota enviada ao Comité Central do PCC, o Secretariado do CC do PCP expressou o «profundo pesar» dos comunistas portugueses pelo desaparecimento de tão prestigiada figura do movimento comunista, dedicado «lutador pela liberdade, pela democracia, o progresso social e o socialismo».