Futuro hipotecado
Com apenas três votos do PS, num total de sete, a Câmara de Évora aprovou o Relatório do debate público da revisão do Plano Director Municipal. Para a CDU, esta votação demonstra «a fragilidade das opções estratégicas propostas para um futuro de 10 a 20 anos, que não têm apoio da maioria».
Mas não é esse o único aspecto negativo deste processo. Para além desse, continuam os comunistas, «há o desrespeito pela discussão pública, pelas numerosas opiniões manifestadas que não foram tidas em conta, pois o critério da equipa técnica liderada pelo presidente da Câmara foi – como está escrito no relatório – acolher os contributos que iam no sentido do apoio às posições e orientações com que o projecto foi feito».
«Metade dos contributos foram pura e simplesmente ignorados, e declarados no relatório sem fundamento ou sem enquadramento. O motivo não se diz, mas percebe-se: não coincidiu com a opinião dos eleitos do PS. Assim se evidencia a falta de respeito pelos cidadãos e pelo processo de participação democrática, mostrando que a fase de discussão pública do PDM foi um mero ritual», acusa a CDU.
Mas não é esse o único aspecto negativo deste processo. Para além desse, continuam os comunistas, «há o desrespeito pela discussão pública, pelas numerosas opiniões manifestadas que não foram tidas em conta, pois o critério da equipa técnica liderada pelo presidente da Câmara foi – como está escrito no relatório – acolher os contributos que iam no sentido do apoio às posições e orientações com que o projecto foi feito».
«Metade dos contributos foram pura e simplesmente ignorados, e declarados no relatório sem fundamento ou sem enquadramento. O motivo não se diz, mas percebe-se: não coincidiu com a opinião dos eleitos do PS. Assim se evidencia a falta de respeito pelos cidadãos e pelo processo de participação democrática, mostrando que a fase de discussão pública do PDM foi um mero ritual», acusa a CDU.