Despejados pela Câmara do Porto
Sete famílias residentes no bairro social de São João de Deus, considerado um dos mais problemáticos da cidade do Porto, foram sábado despejadas pela Câmara Municipal por alegadamente não possuírem qualquer título de ocupação das casas.
Entretanto, em nota enviada à comunicação social, a CDU do Porto, manifestando-se contra o tráfico de droga nos bairros sociais, salientou que a requalificação desses espaços «deve ser feita num clima de paz social, e as políticas a implementar devem procurar obter o maior consenso possível, quer as nível das forças políticas, quer ao nível dos próprios moradores e das suas associações».
Neste sentido, a CDU considera «estranho e censurável» que se aproveite o mês de Agosto, quando a Câmara e a Assembleia não se reúnem, para levar a cabo «estas acções de despejo, principalmente depois de ter sido reafirmado que a maioria dos dois órgãos municipais exige maior transparência em todo este processo, e quando está para ser agendada uma proposta - que se prevê que seja aprovada - para que as acções de despejo sejam objecto de deliberação da Câmara Municipal».
Entretanto, em nota enviada à comunicação social, a CDU do Porto, manifestando-se contra o tráfico de droga nos bairros sociais, salientou que a requalificação desses espaços «deve ser feita num clima de paz social, e as políticas a implementar devem procurar obter o maior consenso possível, quer as nível das forças políticas, quer ao nível dos próprios moradores e das suas associações».
Neste sentido, a CDU considera «estranho e censurável» que se aproveite o mês de Agosto, quando a Câmara e a Assembleia não se reúnem, para levar a cabo «estas acções de despejo, principalmente depois de ter sido reafirmado que a maioria dos dois órgãos municipais exige maior transparência em todo este processo, e quando está para ser agendada uma proposta - que se prevê que seja aprovada - para que as acções de despejo sejam objecto de deliberação da Câmara Municipal».