Orçamento «fictício» em Lisboa
Depois de ter aprovado o empréstimo de 400 milhões de euros para pagamento de dívidas, o PCP votou, segunda-feira, contra as Grandes Opções do Plano para o Quadriénio 2008-2011 e do Orçamento para 2008 da Câmara de Lisboa.
Para os comunistas, o modelo escolhido para a apresentação deste orçamento é «errado». «Omite números e distorce a realidade da situação financeira da Câmara Municipal de Lisboa (CML)», acusa, em nota de imprensa, o PCP, lembrando que «a proposta inscreve apenas 546 milhões de euros» e não inclui «os 360 milhões de dívidas reconhecidas nem o empréstimo em contratação».
O PCP denunciou ainda o corte, para as juntas de freguesia, de um milhão e 360 mil euros, comparando com o orçamento inicial de 2007. Também as instituições sem fins lucrativos, incluindo o movimento associativo, vão sofrer «um dos mais rudes cortes».
Há ainda falta de verbas para sectores essenciais ao funcionamento da cidade. Para a iluminação pública, saneamento, requalificação do espaço público, manutenção e conservação de vias, higiene urbana, estão previstos apenas 7,4 milhões de euros: menos de dois por cento do total do orçamento.
Para os comunistas, o modelo escolhido para a apresentação deste orçamento é «errado». «Omite números e distorce a realidade da situação financeira da Câmara Municipal de Lisboa (CML)», acusa, em nota de imprensa, o PCP, lembrando que «a proposta inscreve apenas 546 milhões de euros» e não inclui «os 360 milhões de dívidas reconhecidas nem o empréstimo em contratação».
O PCP denunciou ainda o corte, para as juntas de freguesia, de um milhão e 360 mil euros, comparando com o orçamento inicial de 2007. Também as instituições sem fins lucrativos, incluindo o movimento associativo, vão sofrer «um dos mais rudes cortes».
Há ainda falta de verbas para sectores essenciais ao funcionamento da cidade. Para a iluminação pública, saneamento, requalificação do espaço público, manutenção e conservação de vias, higiene urbana, estão previstos apenas 7,4 milhões de euros: menos de dois por cento do total do orçamento.