«A Consistência dos Sonhos»
A exposição «Consciência dos Sonhos», espaço que percorre a vida e obra de José Saramago, foi inaugurada, dia 23 de Novembro, na Fundação César Manrique, em Lanzarote.
Um dos espaços retrata a infância e a adolescência de José Saramago
Esta mostra, que encerra as comemorações dos 85 anos do autor de «Memorial do Convento», apresenta, em três espaços, milhares de documentos, fotografias e variado suporte informático.
Na primeira sala retrata-se a infância e a adolescência de José Saramago, com referências a Azinhaga, Rio Almonda e Lisboa. Numa outra, para além da sua adesão ao PCP, estão expostas cartas, traduções, criticas literárias e os primeiros livros de poemas do escritor. Por fim, noutro espaço, a mostra inicia-se com o livro «Levantado do Chão» e expõe todos os livros que o autor do «Memorial do Convento» escreveu até às «Pequenas Memórias». Ali está ainda assinalado a entrega do Prémio Nobel de 1998 e a atribuição da Gran Cruz da Torre e Espada pelo Presidente da República e muitas das suas intervenções literárias, políticas e sociais.
Com grande rigor, bom gosto e muito bem estruturada, a exposição permite conhecer de forma fácil o homem, o intelectual e o activista político e social que é José Saramago.
Entretanto, no dia da inauguração, acompanhado de José Juan Ramirez, presidente da Fundação César Manrique, José Saramago e as quase duas centenas de convidados percorreram o espaço e ouviram as explicações de Fernando Gomez Aguilera, director-geral da mostra, sobre a exposição que se intitula «A Consciência dos Sonhos».
No sábado, 24 de Novembro, foi também inaugurada uma sala da Fundação César Manrique, em Arrecife, capital da Ilha de Lanzarote, a que foi dado o nome de José Saramago. Ali estão expostos mais de 300 livros, traduzidos em todos os cantos do mundo, e reconstituído o seu gabinete de trabalho, com a velha máquina de escrever Hermes e os poucos livros da sua primeira biblioteca.
Além de representantes da Fundação José Saramago, que se deslocaram de Portugal a Lanzarote, estiveram presentes o presidente da Junta de Freguesia de Azinhaga, terra natal do escritor, o embaixador de Portugal em Madrid, muitas individualidades políticas de Lanzarote, escritores, pintores e intelectuais, portugueses e espanhóis, e o ministro da Cultura de Espanha, que endereçou uma saudação do primeiro-ministro de Espanha.
Apesar de José Saramago ser «um homem exemplar, bom e muito mais que um grande escritor», como referiu o ministro da Cultura de Espanha, a comunicação social portuguesa, à excepção do DN e da SIC, na sexta-feira, e do nosso jornal, não se fez representar na exposição.
Na primeira sala retrata-se a infância e a adolescência de José Saramago, com referências a Azinhaga, Rio Almonda e Lisboa. Numa outra, para além da sua adesão ao PCP, estão expostas cartas, traduções, criticas literárias e os primeiros livros de poemas do escritor. Por fim, noutro espaço, a mostra inicia-se com o livro «Levantado do Chão» e expõe todos os livros que o autor do «Memorial do Convento» escreveu até às «Pequenas Memórias». Ali está ainda assinalado a entrega do Prémio Nobel de 1998 e a atribuição da Gran Cruz da Torre e Espada pelo Presidente da República e muitas das suas intervenções literárias, políticas e sociais.
Com grande rigor, bom gosto e muito bem estruturada, a exposição permite conhecer de forma fácil o homem, o intelectual e o activista político e social que é José Saramago.
Entretanto, no dia da inauguração, acompanhado de José Juan Ramirez, presidente da Fundação César Manrique, José Saramago e as quase duas centenas de convidados percorreram o espaço e ouviram as explicações de Fernando Gomez Aguilera, director-geral da mostra, sobre a exposição que se intitula «A Consciência dos Sonhos».
No sábado, 24 de Novembro, foi também inaugurada uma sala da Fundação César Manrique, em Arrecife, capital da Ilha de Lanzarote, a que foi dado o nome de José Saramago. Ali estão expostos mais de 300 livros, traduzidos em todos os cantos do mundo, e reconstituído o seu gabinete de trabalho, com a velha máquina de escrever Hermes e os poucos livros da sua primeira biblioteca.
Além de representantes da Fundação José Saramago, que se deslocaram de Portugal a Lanzarote, estiveram presentes o presidente da Junta de Freguesia de Azinhaga, terra natal do escritor, o embaixador de Portugal em Madrid, muitas individualidades políticas de Lanzarote, escritores, pintores e intelectuais, portugueses e espanhóis, e o ministro da Cultura de Espanha, que endereçou uma saudação do primeiro-ministro de Espanha.
Apesar de José Saramago ser «um homem exemplar, bom e muito mais que um grande escritor», como referiu o ministro da Cultura de Espanha, a comunicação social portuguesa, à excepção do DN e da SIC, na sexta-feira, e do nosso jornal, não se fez representar na exposição.