Húngaros contestam reformas
No final de um dia de greves em vários sectores, milhares trabalhadores concentraram-se, dia 21, frente ao parlamento húngaro em Budapeste, para protestar contra as reformas económicas do governo liderado pelo social-democrata Ferenc Gyurcsany.
O movimento grevista teve particular incidência nos caminhos-de-ferro, cujos trabalhadores se opõem ao encerramento de várias linhas ferroviárias na província. Contudo, outros sindicatos dos sectores da saúde, educação e energia aderiram à luta protestando contra a privatização dos serviços de saúde e retirada de direitos de reforma.
Durante a jornada, várias estradas foram bloqueadas, os comboios e autocarros pararam, várias escolas e o aeroporto da capita estiveram encerrados. Esta foi a terceira greve na Hungria desde meados de Outubro.
O movimento grevista teve particular incidência nos caminhos-de-ferro, cujos trabalhadores se opõem ao encerramento de várias linhas ferroviárias na província. Contudo, outros sindicatos dos sectores da saúde, educação e energia aderiram à luta protestando contra a privatização dos serviços de saúde e retirada de direitos de reforma.
Durante a jornada, várias estradas foram bloqueadas, os comboios e autocarros pararam, várias escolas e o aeroporto da capita estiveram encerrados. Esta foi a terceira greve na Hungria desde meados de Outubro.