«Lutar por uma escola pública»
Com o objectivo de comemorar o início do ano lectivo, a JCP organizou, no dia 5 de Outubro, em Viana do Castelo, um jantar para falar do ensino secundário em Portugal. Numa breve intervenção, Marta Correia, citando a Constituição da República, no seu 73.º artigo, começou por dizer que «todos têm direito à educação e à cultura».
Com um ensino cada vez mais elitista, a jovem comunista lamentou as dificuldades que os estudantes enfrentam todos os dias: «Desde ratos a desfilar por entre as pernas dos alunos», «a chuva que cai do tecto», «a falta de professores que muitas vezes dá origem a turmas com 30 alunos», «a crescente privatização de bares, papelarias e reprografias».
Marta Correia manifestou-se ainda contra as aulas de substituição. «É evidente a inutilidade das aulas de substituição», afirmou.
Outro dos problemas que atinge os jovens é a falta de educação sexual. «O Governo insiste em armar-se em pudico e manter a educação sexual na gaveta», acusou.
Sobre os exames nacionais, a jovem comunista lamentou que, depois dos alunos terem sido alertados para a continuidade da avaliação, «vemos a nossa nota ser condicionada duplamente por um exame. Contrariam o principio da igualdade de oportunidades, visto que aqueles que possuem melhores condições vão apresentar-se a exames melhor preparados e em vantagem em relação aqueles que não as têm.»
Relativamente ao ensino superior, «também aqui as coisas se complicam». «É momento de sair à rua e de elevar bem alto o nosso protesto contra estas políticas. Vamos lutar por uma escola pública, gratuita e com qualidade para todos», concluiu.
Com um ensino cada vez mais elitista, a jovem comunista lamentou as dificuldades que os estudantes enfrentam todos os dias: «Desde ratos a desfilar por entre as pernas dos alunos», «a chuva que cai do tecto», «a falta de professores que muitas vezes dá origem a turmas com 30 alunos», «a crescente privatização de bares, papelarias e reprografias».
Marta Correia manifestou-se ainda contra as aulas de substituição. «É evidente a inutilidade das aulas de substituição», afirmou.
Outro dos problemas que atinge os jovens é a falta de educação sexual. «O Governo insiste em armar-se em pudico e manter a educação sexual na gaveta», acusou.
Sobre os exames nacionais, a jovem comunista lamentou que, depois dos alunos terem sido alertados para a continuidade da avaliação, «vemos a nossa nota ser condicionada duplamente por um exame. Contrariam o principio da igualdade de oportunidades, visto que aqueles que possuem melhores condições vão apresentar-se a exames melhor preparados e em vantagem em relação aqueles que não as têm.»
Relativamente ao ensino superior, «também aqui as coisas se complicam». «É momento de sair à rua e de elevar bem alto o nosso protesto contra estas políticas. Vamos lutar por uma escola pública, gratuita e com qualidade para todos», concluiu.