Dean provoca estragos
O furacão Dean atingiu a sua força máxima ao passar pelo México, terça-feira, provocando avultados prejuízos materiais em algumas das mais conhecidas estâncias balneares do país. Milhares de turistas foram deslocados para abrigos de emergência.
O primeiro furacão da chamada temporada atlântica transportou ventos que atingiram os 270 quilómetros por hora com rajadas superiores a 350 quilómetros por hora. Apesar da violência, as autoridades mexicanas informaram que a situação se encontrava controlada e não foram registadas vítimas mortais.
Cenário diferente ocorreu na Martinica, Republica Dominicana, Haiti, Jamaica e Ilhas Caimão, territórios por onde o Dean passou causando a morte a uma dúzia de pessoas.
Cuba também estava na rota previsível do furacão. Muito embora o Dean tenha passado ao largo, o governo de Havana pôs em marcha o plano de prevenção para estas situações envolvendo centenas de milhar de pessoas, razão pela qual são as próprias Nações Unidas que dizem que, nesta matéria, Cuba dá lições ao resto do mundo.
O primeiro furacão da chamada temporada atlântica transportou ventos que atingiram os 270 quilómetros por hora com rajadas superiores a 350 quilómetros por hora. Apesar da violência, as autoridades mexicanas informaram que a situação se encontrava controlada e não foram registadas vítimas mortais.
Cenário diferente ocorreu na Martinica, Republica Dominicana, Haiti, Jamaica e Ilhas Caimão, territórios por onde o Dean passou causando a morte a uma dúzia de pessoas.
Cuba também estava na rota previsível do furacão. Muito embora o Dean tenha passado ao largo, o governo de Havana pôs em marcha o plano de prevenção para estas situações envolvendo centenas de milhar de pessoas, razão pela qual são as próprias Nações Unidas que dizem que, nesta matéria, Cuba dá lições ao resto do mundo.